Milho: Quedas na Bolsa de Chicago se acentuam com o fim dessa quarta-feira

Publicado em 19/12/2018 17:54 e atualizado em 20/12/2018 09:09
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Após operar com leves baixas durante todo o dia, a Bolsa de Chicago (CBOT) chegou ao final de quarta-feira (19) com desvalorizações um pouco mais acentuadas. Dessa maneira, as principais cotações apontaram desvalorização entre 3 e 3,6 pontos. O vencimento dezembro/18 fechou cotado a US$ 3,81 por bushel e o março/19 trabalhava a US$ 3,89 por bushel.

De acordo com Ben Potter da Farm Futures, os preços do milho caíram ligeiramente durante a noite, caindo um pouco ao longo da sessão de quarta-feira. Não foram esperadas muitas manchetes grandes para movimentar os preços em qualquer direção, embora o relatório de exportação do USDA de quinta-feira forneça dados adicionais aos mercados de grãos.

Mercado Interno

Já no mercado interno, as cotações do milho ficaram, em sua maioria, estáveis nessa quarta-feira. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, apenas as cidades de Castro (PR) e Brasília (DF) registraram desvalorizações de 1,43% e 3,23%, respectivamente, e preços de R$ 34,50 e R$ 30,00. Do outro lado, foram quatro cidades com valorização, Pato Branco (PR) com alta de 1,68% e preço R$ 30,20 e Ubiratã (PR), Londrina (PR) e Cascavel (PR), todas com aumento de 1,79% e preços de R$ 28,50.

Segundo análise do Radar Spinelli Investimentos, o mercado físico do milho ganhou firmeza neste início da semana. Há procura e os compradores tem que se aproximar do pedido dos vendedores para que saia algum negócio.

Confira as cotações do milho para esta quarta-feira:

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Dólar

A moeda americana recuou em relação ao real nesta quarta-feira. O dólar terminou o dia com queda de 0,73% a 3,8727 reais na venda, depois de oscilar entre a mínima de 3,8648 reais e a máxima de 3,9053 reais. O dólar futuro cedia cerca de 1%. Conforme noticiou a Agência Reuters, esse movimento aconteceu diante da expectativa por uma sinalização do Federal Reserve sobre o futuro de sua política monetária e ainda com ajuda do avanço dos preços do petróleo. "Muitos acreditam que o Fed poderá sinalizar uma pausa nos aumentos, diante de indícios de desaceleração da economia global e temores de que os Estados Unidos voltem a enfrentar uma recessão", destacou a corretora Correparti em relatório mais cedo ao justificar o movimento que sustentou o mercado durante todo o pregão.

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Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

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