Estabilidade permanece para o milho em Chicago nessa quinta-feira

Publicado em 18/04/2019 12:21 e atualizado em 18/04/2019 17:16
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A Bolsa de Chicago (CBOT) segue operando com os preços internacionais do milho futuro estáveis, porém, com o decorrer dessa quinta-feira (18), as pequenas baixas começaram a aparecer. As principais cotações registravam desvalorizações entre 0,50 e 1,00 ponto por volta das 12h02 (horário de Brasília).

O vencimento maio/19 era cotado à US$ 3,57, o julho/19 valia US$ 3,66 e o setembro/19 era negociado por US$ 3,74.

Para Tony Dreibus, analista da Successful Farming, tanto milho quanto soja foram novamente pouco modificados no comércio de hoje, enquanto os investidores e os hedgers continuam aguardando as notícias das negociações comerciais entre Estados Unidos e China.

Além disso, a produção de etanol de milho americano aumentou para 1.016 milhões de barris por dia, em média, nos sete dias que terminaram em 12 de abril, disse a EIA em um relatório. Esse é o maior desde a semana que terminou em 1º de março, o nível mais alto em seis semanas.

Segundo informações da Agência Reuters, analistas disseram que os preços dos grãos devem permanecer sob pressão. “As notícias sugerem que o mercado está ganhando culturas sul-americanas maiores e perda de demanda como porcos da China sucumbir à peste suína africana”, afirmou Tobin Gorey, diretor de estratégia agrícola, Commonwealth Bank of Australia.

B3

A bolsa brasileira também segue essa tendência com operações estáveis, mas apresentando leves baixas. As principais cotações registravam desvalorizações entre 0,58% e 1,40% negativos por volta das 12h02 (horário de Brasília).

O vencimento maio/19 era cotado à R$ 34,20, o julho/19 valia R$ 32,37 e o setembro/19 era negociado por R$ 32,50.

A Agrifatto Consultoria destaca que, ontem o dólar subiu 0,68% para R$ 3,93, alcançando o maior patamar em 4 semanas, já que ao final de março a relação cambial alcançou R$ 4,00 em meio ao conturbado ambiente político.

Apesar dessa alta para o dólar, as cotações continuam pressionadas para baixo no físico, com o último indicador do CEPEA caindo 1,52% para R$ 36,19/sc. No mês, acumula recuo de 8,52%.

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Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

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