Preços do milho na Bolsa de Chicago caem na manhã dessa sexta-feira

Publicado em 03/05/2019 11:01 e atualizado em 03/05/2019 17:14
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A manhã dessa sexta-feira (03) apresenta pequenas quedas para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam desvalorizações entre 1,75 e 2,50 pontos por volta das 10h41 (horário de Brasília).

O vencimento maio/19 era cotado à US$ 3,60, o julho/19 valia US$ 3,68 e o setembro/19 era negociado por US$ 3,75.

Segundo análise de Bryce Knorr da Farm Futures, os preços do milho estão diminuindo um pouco, tentando manter a quebra de quinta-feira acima da linha de resistência dos altos de abril. Previsões mais secas para o clima americano na próxima semana podem ajudar a diminuir o rally para o atraso do plantio.

De acordo com informações da Agência Reuters, a venda técnica de obtenção de lucro para empurrar os futuros de milho para baixo está antecipada, já que o contrato mais ativo registrou um fechamento mais alto nas últimas sete sessões. Porém os atrasos de plantio no meio-oeste dos EUA continuam a sustentar o mercado, limitando os declínios.

Confira como fechou o mercado na última quinta-feira:

>> Milho registra leves altas em Chicago apesar de baixas exportações divulgadas nessa quinta-feira

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Já a bolsa brasileira apresenta tendência oposta nessa sexta-feira, com as principais cotações registrando leves valorizações entre 0,16% e 0,87% por volta das 12h09 (horário de Brasília).

O vencimento maio/19 era cotado à R$ 32,26, o julho/19 valia R$ 31,06 e o setembro/19 era negociado por R$ 31,55.

A Rada Investimentos aponta que o mercado do milho ficou praticamente vazio nesta semana com o feriado da quarta-feira e os produtores cadenciando as vendas. Além disso, mesmo que incipientes, as lavouras mais precoces já tem sido colhidas.

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Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

1 comentário

  • WELLISTON FRANK TEIXEIRA DOUTOR CAMARGO - PR

    Noroeste do Paraná já registra perdas expressivas devido à falta de chuvas durante o mês de abril. Muitas áreas acumulam perdas acima de 30%.

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