Milho registra alta de dois dígitos na Bolsa de Chicago e atinge mais alto nível em 3 anos

Publicado em 28/05/2019 16:52 e atualizado em 29/05/2019 09:25
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A terça-feira (28) chega ao final com grandes valorizações para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registraram altas entre 16,00 e 17,25 pontos.

O vencimento julho/19 foi cotado à US$ 4,20, o setembro/19 valeu US$ 4,29 e o dezembro/19 foi negociado por US$ 4,37.

Segundo análise de Ben Potter da Farm Futures, os futuros de milho ficaram em alta desde o início da segunda-feira e nunca olharam para trás. Com dezembro subindo para seu patamar mais altos enquanto junho ficou mais alto do que a semana passada. "Os contratos futuros de milho estiveram no mais alto nível em quase três anos".

O mercado operou com a expectativa de que o relatório de progresso da colheita do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) desta tarde mantenha o plantio de milho para a semana em uma baixa recorde, em torno de 68%.

“A análise da Farm Futures sugere que 1,4 bilhão de bushels de potencial de produção foram perdidos, exigindo um perfeito remanejamento para o restante da estação de crescimento, a fim de evitar a queda dos estoques”, diz Potter.

Mercado Interno

Já no mercado interno, os preços do milho disponível permaneceram sem movimentações em sua maioria. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, a única praça que apresentou desvalorização foi São Gabriel do Oeste/MS (3,85% e preço de R$ 25,00).

As valorizações foram percebidas no Paraná em Ubiratã, Londrina, Cascavel, Castro e Pato Branco, Santa Catarina em Palma Sola e Rio do Sul, Goiás em Jataí e Rio Verde, Brasília e Assis/SP.

A Radar Investimentos aponta que os preços do milho físico ganharam força na esteira das chuvas abundantes nos Estados Unidos. “Todo o mercado está de olho no relatório de progresso de plantio” que será divulgado pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).

Confira como ficaram as cotações nesta terça-feira:

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Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

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