Milho: contrato julho na B3 vai se estabelecendo ao redor dos R$ 49,00

Publicado em 06/07/2020 11:54 e atualizado em 06/07/2020 17:17 419 exibições
Chicago sobe com tempo quente nos EUA

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Os preços futuros do milho seguem em campo misto na Bolsa Brasileira (B3) nesta segunda-feira (06), com os primeiros contratos subindo. As principais cotações registravam flutuações entre 0,02% negativo e 0,37% positivo por volta das 11h42 (horário de Brasília).

O vencimento julho/20 era cotado à US$ 49,40 com alta de 0,37%, o setembro/20 valia US$ 47,10 com ganho de 0,60%, o novembro/20 era negociado por US$ 49,34 com queda de 0,02% e o janeiro/21 tinha valor de R$ 50,35 com estabilidade.

De acordo com a análise da Agrifatto Consultoria, o fim da semana foi marcado pela calmaria no mercado do milho. “Na B3, o vencimento julho/20 tem mais 7 dias de negociações pela frente e o patamar de R$ 49,00/sc aparenta estar estabelecido e sustentado pela força do mercado físico”.

Mercado Externo

A Bolsa de Chicago (CBOT) segue subindo para os preços internacionais do milho futuro neste começo de semana. As principais cotações registravam movimentações positivas entre 2,25 e 3,25 pontos por volta das 11h35 (horário de Brasília).

O vencimento julho/20 era cotado à US$ 3,45 com valorização de 3,25 pontos, o setembro/20 valia US$ 3,46 com alta de 2,75 pontos, o dezembro/20 era negociado por US$ 3,56 com ganho de 2,50 pontos e o março/21 tinha valor de US$ 3,67 com elevação de 2,50 pontos.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, uma previsão do tempo quente e seca combinada com o aumento dos preços da energia fez com que os contratos futuros de milho subissem.

“Um fim de semana com clima quente em todo o país deve ajudar a melhorar as condições das lavouras no relatório de hoje sobre o progresso da colheita, à medida que a atenção muda para o progresso da silagem e polinização”, comenta a analista Jacqueline Holland.

Há uma semana, 71% da safra de milho do país estavam em boas ou excelentes condições, embora apenas 4% da safra tivessem começado a silar após um início difícil.

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Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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