Milho: B3 acompanha Chicago e segue subindo nesta terça-feira

Publicado em 26/01/2021 12:03 e atualizado em 26/01/2021 17:02 452 exibições
Taxação sobre exportação da Rússia e Ucrânia ajudam as cotações

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A terça-feira (26) segue subindo para os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,12% e 0,535 por volta das 12h00 (horário de Brasília).

O vencimento março/21 era cotado à R$ 85,75 com elevação de 0,29%, o maio/21 valia R$ 82,20 com alta de 0,12%, o julho/21 era negociado por R$ 75,50 com valorização de 0,53% e o setembro/21 tinha valor de R$ 73,40 com ganho de 0,27%.

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Taxações internacionais impulsionam cotações do milho

Mercado Externo

Os preços internacionais do milho futuro dispararam na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta terça-feira. As principais cotações registravam movimentações positivas entre 8,50 e 14,75 pontos por volta das 11h44 (horário de Brasília).

O vencimento março/21 era cotado à US$ 5,26 com valorização de 14,75 pontos, o maio/21 valia US$ 5,29 com alta de 14,75 pontos, o julho/21 era negociado por US$ 5,23 com elevação de 13,25 pontos e o setembro/21 tinha valor de US$ 4,67 com ganho de 8,50 pontos.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, os preços do milho subiram esta manhã, uma vez que a compra de fundos continuou nas primeiras horas da manhã. O aumento dos preços da energia também contribuiu para a força dos preços do milho esta manhã.

Outros fatores que também impactam no mercado são novas taxações para exportações de milho em países como Rússia e Ucrânia.

Na Rússia, o imposto de US$ 0,83/bushel será aplicado sobre as exportações de milho entre 1º de março e 30 de junho para combater o aumento dos preços domésticos dos alimentos. Já na Ucrânia, o ministério da economia ucraniana limitará as exportações de milho depois de despachar 944,9 milhões de bushels de milho. A mudança é um esforço para manter os preços dos alimentos estáveis, mas o limite era cerca de 79 milhões de bushels mais alto do que os criadores de gado e aves originalmente desejavam.

Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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