Milho: B3 segue em campo misto com julho/21 em alta

Publicado em 12/02/2021 11:55 e atualizado em 12/02/2021 17:23 227 exibições
Chicago está próxima da estabilidade, mas positiva

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A sexta-feira (12) segue sendo de campo misto para os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações entre 0,75% negativo e 1,40% positivo por volta das 11h49 (horário de Brasília).

O vencimento março/21 era cotado à R$ 85,91 com desvalorização de 0,75%, o maio/21 valia R$ 84,25 com queda de 0,37%, o julho/21 era negociado por R$ 79,20 com alta de 1,40% e o setembro/21 tinha valor de R$ 75,38 com baixa de 0,42%.

Para o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, as quedas na B3 coincidem com o calendário de safras brasileiras, mostrando o contrato julho/21 em alta, justamente no pico da entressafra.

“A primeira safra já vai estar praticamente encerrada a oferta e o consumo vai avançar. Em junho ainda não teremos os grandes volumes da safrinha, que já está sendo plantada com atraso e os maiores volumes vão chegar depois da metade de junho em diante e agosto”, explica Brandalizze.

Mercado Externo

A Bolsa de Chicago (CBOT) opera próxima da estabilidade para os preços internacionais do milho futuro nesta sexta-feira. As principais cotações registravam movimentações positivas entre 1,00 e 2,75 pontos por volta das 11h41 (horário de Brasília).

O vencimento março/21 era cotado à US$ 5,43 com valorização de 2,75 pontos, o maio/21 valia US$ 5,42 com alta de 2,25 pontos, o julho/21 era negociado por US$ 5,30 com ganho de 2,25 pontos e o setembro/21 tinha valor de US$ 4,75 com elevação de 1,00 ponto.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, o comércio está muito tranquilo, especialmente com a maioria dos principais mercados asiáticos fechados para comemorar o feriado do Ano Novo Lunar. 

Os preços do milho subiram esta manhã em meio a um renovado interesse de compra após preços mais baixos nesta semana, após as estimativas mensais atualizadas de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) na terça-feira.

Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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