Cotação do milho recua na Bolsa Brasileira nesta 5ªfeira

Os preços futuros do milho perderam um pouco de força na Bolsa Brasileira (B3) e passaram a recuar nesta quinta-feira (18). As principais cotações registravam movimentações negativas entre 0,04% e 0,34% por volta das 11h42 (horário de Brasília).
O vencimento março/21 era cotado à R$ 86,70 com desvalorização de 0,34%, o maio/21 valia R$ 85,02 com perda de 0,04% e o setembro/21 tinha valor de R$ 76,20 com queda de 0,21%.
De acordo com análise da Agrifatto Consultoria, “a volta pós feriado de carnaval foi calma no mercado de milho brasileiro, com o apetite comprador ainda pequeno e os produtores focados na colheita da soja e semeadura da segunda safra do cereal”.
Mercado Externo
A Bolsa de Chicago (CBOT) se manteve com leves recuos para os preços internacionais do milho futuro nesta quinta-feira após divulgação de novos dados do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). As principais cotações registravam movimentações negativas entre 2,50 e 2,75 pontos por volta das 11h41 (horário de Brasília).
O vencimento março/21 era cotado à US$ 5,50 com baixa de 2,50 pontos, o maio/21 valia US$ 5,48 com desvalorização de 2,75 pontos, o julho/21 era negociado por US$ 5,37 com perda de 2,50 pontos e o setembro/21 tinha valor de US$ 4,80 com queda de 2,75 pontos.
As primeiras estimativas "semi-oficiais" do USDA divulgadas nesta quinta-feira na palestra de abertura do Agricultural Outlook Forum 2021 indicam um aumento de área para soja e milho nos Estados Unidos e juntas as culturas deverão alcançar os 73,65 milhões de hectares (182 milhões de acres), contra o total do ano passado de 70,38 milhões de hectares. O número, se confirmado, será recorde.
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