Milho: risco da safrinha sustenta altas da B3 nesta terça-feira

Publicado em 04/05/2021 11:51 e atualizado em 04/05/2021 16:43 603 exibições
Chicago dispara de olho no clima

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A Bolsa Brasileira (B3) segue operando em campo misto para os preços futuros do milho nesta terça-feira (04). As principais cotações registravam movimentações entre 0,93% negativo e 0,59% positivo por volta das 11h49 (horário de Brasília).

O vencimento maio/21 era cotado à R$ 103,90 com queda de 0,93%, o julho/21 valia R$ 105,49 com alta de 0,16%, o setembro/21 era negociado por R$ 104,14 com elevação de 0,47% e o novembro/21 teve valor de R$ 105,02 com ganho de 0,59%.

De acordo com análise da Agrifatto Consultoria, o risco sobre o milho segunda safra guia as cotações na B3 enquanto as negociações do cereal no mercado renovam semanalmente patamares mais elevados com a oferta escassa e a necessidade de abastecimento dos consumidores, fazendo a saca do cereal negociado em Campinas ultrapassar os R$ 100,00.

Mercado Externo

Os preços internacionais do milho permanecem disparados na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta terça-feira. As principais cotações registravam movimentações positivas entre 14,25 e 21,75 pontos por volta das 11h41 (horário de Brasília).

O vencimento maio/21 era cotado à US$ 7,54 com valorização de 21,75 pontos, o julho/21 valia US$ 6,97 com elevação de 17,50 pontos, o setembro/21 era negociado por US$ 6,06 com alta de 15,00 pontos e o dezembro/21 tinha valor de US$ 5,77 com ganho de 14,25 pontos.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, o contrato de milho mudou para uma distância de ataque em uma previsão brasileira seca que provavelmente aumentará o estresse por calor e os danos à produção da safrinha na região. O aumento da preocupação com a segunda safra de milho do Brasil compensou uma semana de rápido progresso do plantio nos Estados Unidos.

A publicação ainda destaca que, algum suporte de preço esta manhã também foi percebido pelas chuvas previstas no Cinturão do Milho Oriental hoje, embora provavelmente sejam de curta duração.

Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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