Milho: B3 segue subindo buscando recuperação das últimas quedas

Publicado em 07/05/2021 14:03 e atualizado em 07/05/2021 16:47 365 exibições
Chicago desacelera de olho na produção chinesa

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A Bolsa Brasileira (B3) segue subindo para a maioria dos preços futuros do milho nesta sexta-feira (07). As principais cotações registravam movimentações entre 0,09% negativo e 0,23% positivo por volta das 11h49 (horário de Brasília).

O vencimento maio/21 era cotado à R$ 102,63 com valorização de 0,23%, o julho/21 valia R$ 103,37 com alta de 0,16%, o setembro/21 era negociado por R$ 100,38 com elevação de 0,07% e o novembro/21 tinha valor de R$ 100,82 com queda de 0,09%.

Os contratos do cereal brasileiro lutam para retomar a tendência altista após as últimas quedas. De acordo com a análise de Agrifatto Consultoria, o dólar recuou para os R$ 5,27 e colaborou com a baixa das cotações do cereal na nos últimos dias na B3.

Enquanto isso “sem sinal de melhora da oferta, o milho disponível em Campinas/SP permanece negociado no nível de R$ 100,00/sc”, diz a Agrifatto.

Mercado Externo

Já a Bolsa de Chicago (CBOT) perdeu força nos preços internacionais do milho futuro desta sexta-feira. As principais cotações registravam movimentações negativas entre 1,75 e 4,75 pontos por volta das 11h41 (horário de Brasília).

O vencimento maio/21 era cotado à US$ 7,55 com queda de 4,50 pontos, o julho/21 valia US$ 7,17 com perda de 1,75 pontos, o setembro/21 era negociado por US$ 6,41 com baixa de 4,25 pontos e o dezembro/21 tinha valor de US$ 6,20 com desvalorização de 4,75 pontos.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, os preços do milho atingiram uma nova alta em oito anos durante a noite, já que as perspectivas para a safra do Brasil secam com o calor excessivo e a demanda global por gado continua a crescer. A previsão de duas semanas para o sul do Brasil, onde uma grande parte da safra de milho safrinha é cultivada, permanece assustadoramente seca, o que deve reduzir ainda mais as previsões de produção para a safra.

Por outro lado, a divulgação do Centro Nacional de Informações de Grãos e Óleos da China (CNGOIC) sobre novas estimativas de produção de milho durante a noite, sugerindo que a safra de milho chinesa de 2021 provavelmente alcançará 10,7 bilhões de bushels de produção, um aumento de 4,3% em relação ao ano passado, pressionou as cotações. Essa foi a primeira estimativa para a produção chinesa de milho em 2021 divulgada por uma organização chinesa este ano.

Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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