Milho: B3 diminui força pressionada pelo dólar e por Chicago

Publicado em 10/05/2021 11:55 e atualizado em 10/05/2021 16:50 491 exibições
CBOT segue caindo com melhora do clima e esperando USDA

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A Bolsa Brasileira (B3) passou a operar em campo misto para os preços futuros do milho nesta segunda-feira (10), mas retornou as leves altas. As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,07% e 0,54% por volta das 11h49 (horário de Brasília).

O vencimento maio/21 era cotado à R$ 102,67 com elevação de 0,07%, o julho/21 valia R$ 103,70 com ganho de 0,80%, o setembro/21 era negociado por R$ 100,85 com valorização de 0,50% e o novembro/21 tinha valor de R$ 101,50 com alta de 0,54%.

Os contratos do cereal brasileiro diminuíram a força seguindo os movimentos internacionais e acompanhando a queda do dólar ante ao real, que por volta das 11h53 (horário de Brasília) contabilizava perda de 0,34% e era cotado à R$ 5,21.

Mercado Externo

Já os preços internacionais do milho futuro seguem caindo na Bolsa de Chicago (CBOT) neste primeiro dia da semana. As principais cotações registravam movimentações negativas entre 7,00 e 15,50 pontos por volta das 11h23 (horário de Brasília).

O vencimento maio/21 era cotado à US$ 7,62 com perda de 10,75 pontos, o julho/21 valia US$ 7,25 com queda de 7,00 pontos, o setembro/21 era negociado por US$ 6,42 com baixa de 12,25 pontos e o dezembro/21 tinha valor de US$ 6,21 com desvalorização de 15,50 pontos.

Segundo informações do site internacional Barchart, após o fim de semana, os futuros do milho estão sendo negociados mais baixos. As chuvas generalizadas no meio-oeste durante o fim de semana diminuíram as preocupações com a seca. Além disso, houve zero entregas em relação aos futuros de milho em maio e o mercado também se prepara para as estimativas iniciais de oferta e demanda da nova safra do USDA que estão programadas para quarta-feira. 

Antes das estimativas WASDE da nova safra de quarta-feira, os traders estão estimando 15.029 bilhões de bushels (381,7 milhões de toneladas) de produção de milho. O rendimento médio esperado é de 179,4 bpa (187 sacas por hectare). O estoque inicial de milho 21/22 é estimado entre 1,1 e 1,62 bbu (entre 27,940 e 41,148 milhões de toneladas) . Espera-se que, em média, o estoque da safra antiga seja reduzido em 76,8 mbu (1,950 milhões de toneladas), para 1,275 bilhões (32,385 milhões de toneladas). 

Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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