Milho opera em campo misto na B3 com início da colheita pressionando

Publicado em 16/06/2021 11:49 243 exibições
Chicago sobe se recuperando após últimas perdas

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A Bolsa Brasileira (B3) opera em campo misto nesta quarta-feira para os preços futuros do milho. As principais cotações registravam movimentações entre 0,39% negativo e 0,28% positivo por volta das 11h42 (horário de Brasília).

O vencimento julho/21 era cotado à R$ 88,95 com elevação de 0,28%, o setembro/21 valia R$ 89,45 com perda de 0,39%, o novembro/21 era negociador por R$ 90,49 com baixa de 0,10% e o janeiro/21 tinha valor de R$ 92,08 com queda de 0,18%.

De acordo com o reporte diário da Radar Investimentos, “o início da colheita da safrinha, a queda do dólar e chuvas espaçadas no cinturão norte-americano deram o tom dos futuros do milho na CBOT e na B3”.

A analista da Agrifatto Consultoria também aponta que “na B3, os preços dos contratos continuam derretendo”, assim como nas negociações do físico.

Mercado Externo

Os preços internacionais do milho futuro se mantiveram em alta na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta quarta-feira. As principais cotações registravam movimentações positivas entre 6,25 e 14,00 pontos por volta das 11h32 (horário de Brasília).

O vencimento julho/21 era cotado à US$ 6,81 com valorização de 14,00 pontos, o setembro/21 valia US$ 5,98 com elevação de 6,25 pontos, o dezembro/21 era negociador por US$ 5,80 com ganho de 6,75 pontos e o março/21 tinha valor de US$ 5,87 com alta de 6,25 pontos.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, com o otimismo dos traders em relação às chuvas da próxima semana, mudando o foco para as previsões atuais que antagonizavam uma safra de milho já estressada pelo calor, os preços futuros do milho procuraram recuperar pequenos ganhos de preço esta manhã.

A publicação destaca ainda que, o relatório de hoje sobre o etanol terá um pouco mais de importância do que o normal, na esteira do relatório da semana passada de que o governo Biden pode considerar o relaxamento dos mandatos de mistura de biocombustíveis para as empresas de petróleo após perdas relacionadas à pandemia sofridas pela indústria de energia.

“Embora as especulações sobre o destino da indústria de biocombustíveis provavelmente permaneçam altas nas próximas semanas, o relatório semanal do Status do Inventário de Petróleo publicado pela Administração de Informações de Energia dos EUA pode continuar a mostrar uma tendência de aumento da demanda do consumidor por gasolina à medida que os consumidores retomam as atividades pré-pandemia e a temporada de verão se aquece”, relata a analista Jacqueline Holland.

Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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