Milho abre a quinta-feira ainda sentindo pressão negativa na B3

Publicado em 16/09/2021 09:30 996 exibições
Chicago começa o dia sustentando altas para os futuros

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A quinta-feira (16) começa com os preços futuros do milho operando elevemente mais baixos, mantendo a pressão negativa na Bolsa Brasileira (B3). 

Por volta das 09h28 (horário de Brasília), o vencimento novembro/21 era cotado à R$ 94,05 com perda de 0,21%, o janeiro/22 valia R$ 95,16 com queda de 0,17%, o março/22 era negociado por R$ 95,11 com baixa de 0,06% e o julho/22 tinha valor de R$ 81,37 com estabilidade. 

Segundo o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, a B3 segue com tendência de baixa porque temos mais dois meses de comercio do milho nacional, até fim de outubro ou começo de novembro, quando as indústrias vão somente retirar os grãos já comprados. 

“Em dezembro elas entram em manutenção de equipamentos e férias coletivas e param as operações”, destaca   

Brandalizze ressalta ainda que, como o plantio da safra de verão está andando bem, os consumidores não estão preocupados com o abastecimento no começo do ano, ao contrário do que aconteceu no começo de 2021. “As chuvas caindo no Sul dão condição de uma safra regular”. 

 Mercado Externo 

Já a Bolsa de Chicago (CBOT) abre os trabalhos desta quinta-feira com os preços internacionais do milho futuro estendendo os ganhos de ontem por volta das 09h23 (horário de Brasília). 

O vencimento dezembro/21 era cotado à US$ 5,,36 com valorização de 3,25 pontos, o março/22 valia US$ 5,44 com alta de 3,25 pontos, o maio/22 era negociado por US$ 5,47 com elevação de 3,00 pontos e o julho/22 tinha valor de US$ 5,46 com ganho de 2,50 pontos. 

Segundo informações do site internacional Farm Futures, os futuros do milho subiram fortemente ontem com a força das commodities, que persistiu da noite para o dia.  

Porém, o analista Drew Moore destaca que não tenhe certeza se o milho pode se manter no verde hoje com os mercados de trigo sob pressão. 

Relembre como fechou o mercado na última quarta-feira: 

Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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