Milho abre a quinta-feira ainda sentindo pressão negativa na B3
![]()
A quinta-feira (16) começa com os preços futuros do milho operando elevemente mais baixos, mantendo a pressão negativa na Bolsa Brasileira (B3).
Por volta das 09h28 (horário de Brasília), o vencimento novembro/21 era cotado à R$ 94,05 com perda de 0,21%, o janeiro/22 valia R$ 95,16 com queda de 0,17%, o março/22 era negociado por R$ 95,11 com baixa de 0,06% e o julho/22 tinha valor de R$ 81,37 com estabilidade.
Segundo o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, a B3 segue com tendência de baixa porque temos mais dois meses de comercio do milho nacional, até fim de outubro ou começo de novembro, quando as indústrias vão somente retirar os grãos já comprados.
“Em dezembro elas entram em manutenção de equipamentos e férias coletivas e param as operações”, destaca
Brandalizze ressalta ainda que, como o plantio da safra de verão está andando bem, os consumidores não estão preocupados com o abastecimento no começo do ano, ao contrário do que aconteceu no começo de 2021. “As chuvas caindo no Sul dão condição de uma safra regular”.
Mercado Externo
Já a Bolsa de Chicago (CBOT) abre os trabalhos desta quinta-feira com os preços internacionais do milho futuro estendendo os ganhos de ontem por volta das 09h23 (horário de Brasília).
O vencimento dezembro/21 era cotado à US$ 5,,36 com valorização de 3,25 pontos, o março/22 valia US$ 5,44 com alta de 3,25 pontos, o maio/22 era negociado por US$ 5,47 com elevação de 3,00 pontos e o julho/22 tinha valor de US$ 5,46 com ganho de 2,50 pontos.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, os futuros do milho subiram fortemente ontem com a força das commodities, que persistiu da noite para o dia.
Porém, o analista Drew Moore destaca que não tenhe certeza se o milho pode se manter no verde hoje com os mercados de trigo sob pressão.
Relembre como fechou o mercado na última quarta-feira:
0 comentário
Futuros do milho de Chicago acumulam perdas de quase 6% em semana marcada por surpresa do USDA
Aumento da demanda doméstica dá suporte ao milho no Brasil, mas exportações lentas liga o alerta
USDA anuncia venda de 218,6 mil toneladas de milho dos EUA para o México
Futuros do milho operam levemente negativos em Chicago nesta sexta-feira
Condições do milho na França permanecem no pior nível já visto, enquanto colheita avança
Milho tenta recuperação após tombo com estoques dos EUA; B3 fecha em alta