Milho: pressão baixista segue nesta 5ªfeira e futuros recuam na B3

Publicado em 23/09/2021 11:51 253 exibições
Chicago perde força com colheita e biocombustíveis pesando mais

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A Bolsa Brasileira (B3) segue com os preços futuros do milho operando levemente mais negativos nesta quinta-feira (23).

Por volta das 11h49 (horário de Brasília), o vencimento novembro/21 era cotado à R$ 91,74 com baixa de 0,52%, o janeiro/22 valia R$ 93,57 com queda de 0,16%, o março/22 era negociado por R$ 93,50 com elevação de 0,09% e o maio/22 tinha valor de R$ 89,05 com perda de 0,41%.

De acordo com a análise diária da Agrifatto Consultoria, “a oferta do milho continua a sobressair diante da demanda do mercado, dando sequência a pressão nos futuros do cereal”.

Mercado Externo

Os preços internacionais do milho futuro aprofundaram suas perdas nesta quinta-feira na Bolsa de Chicago (CBOT).

Por volta das 11h38 (horário de Brasília), o vencimento dezembro/21 era cotado à US$ 5,23 com perda de 2,50 pontos, o março/22 valia US$ 5,30 com queda de 2,50 pontos, o maio/22 era negociado por US$ 5,34 com desvalorização de 2,75 pontos e o julho/22 tinha valor de US$ 5,34 com baixa de 2,50 pontos.

Uma noite tranquila nos mercados noturnos deixou os preços do milho em uma perda esta manhã, já que a pressão da colheita e a crescente inquietação sobre os mandatos de mistura de biocombustíveis amorteceram a perspectiva de ganhos de preço durante a noite. 

“Os preços mais baixos da energia também pesaram sobre o complexo do milho”, ressalta a analista Jacqueline Holland.

A publicação destaca ainda que os olhos estão atentos ao relatório semanal de vendas de exportação do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), aguardando para ver se as instalações do terminal de exportação nos EUA estão de fato funcionando após sofrer danos causados pelo vento durante o furacão Ida, quase um mês atrás. 

“Nas duas primeiras semanas da campanha de 2021/22, os ritmos semanais de carregamento do milho já eram 73% inferiores à média de cinco anos e 69% inferiores aos do ano anterior”, diz Holland.

Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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