Quinta-feira começa com milho ainda em baixa na B3
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A quinta-feira (14) começa com os preços futuros do milho se mantendo com operações próximas da estabilidade na Bolsa Brasileira (B3), com as principais cotações levemente mais recuadas por volta das 09h14 (horário de Brasília).
O vencimento novembro/21 era cotado à R$ 88,69 com queda de 0,12%, o janeiro/22 valia R$ 88,86 com perda de 0,04%, o março/22 era negociado por R$ 89,02 com baixa de 0,20% e o maio/22 tinha valor de R$ 86,62 com estabilidade.
Para o analista da Germinar Corretora, Roberto Carlos Rafael, daqui até o final do ano os preços do milho devem continuar andando de lado ou um pouco mais baixos e este é um bom momento para o produtor aproveitar e fechar novas negociações, aproveitando que as cotações ainda são positivas e rentáveis.
“O produtor tem que ir fazendo as suas médias e aproveitar esses preços que estão ai porque daqui pra frente o cenário está muito para um mercado de manutenção de preço, ou até um ligeiro recuo”, diz Rafael.
>> Momento é de aproveitar preços do milho diante de tendência de queda, destaca analista
Mercado Físico
Após acumular recuo de mais de 10 pontos no pregão de ontem, os preços internacionais do milho futuro abrem a quinta-feira subindo na Bolsa de Chicago (CBOT).
Por volta das 09h04 (horário de Brasília), o vencimento dezembro/21 era cotado à US$ 5,14 com valorização de 2,50 pontos, o março/22 valia US$ 5,24 com alta de 2,00 pontos, o maio/22 era negociado por US$ 5,29 com ganho de 1,75 pontos e o julho/22 tinha valor de US$ 5,31 com elevação de 1,50 pontos.
Segundo informações do site internacional Successful Farming, os grãos subiram no comércio da madrugada devido aos sinais de demanda, uma vez que os exportadores relataram vendas de 161.544 toneladas de milho dos EUA para compradores não identificados, de acordo com o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).
Na última terça-feira, o Departamento já havia reportado que exportadores disseram que o México comprou 165.000 toneladas de milho dos EUA.
Relembre como fechou o mercado na última quarta-feira:
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