Milho permanece valorizado na B3 ao longo desta 4ªfeira

Publicado em 19/01/2022 11:34 453 exibições
Chicago também sobe com clima da América do Sul e novas exportações dos EUA

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Os preços futuros do milho seguem operando no campo positivo na Bolsa Brasileira (B3) ao longo desta quarta-feira (19). As principais cotações se mantinham flutuando na faixa entre R$ 89,00 e R$ 99,00 por volta das 11h32 (horário de Brasília).

O vencimento março/22 era cotado à R$ 99,80 com alta de 0,46%, o maio/22 valia R$ 97,01 com elevação de 0,70%, o julho/22 era negociado por R$ 90,50 com ganho de 0,37% e o setembro/22 tinha valor de R$ 89,89 com elevação de 0,66%.

De acordo com a StoneX, a queda de produção da primeira safra de milho no Brasil gera aperto na oferta e preços do cereal se mantendo elevados neste primeiro semestre até o início da colheita da safrinha na segunda metade do ano.

“A disponibilidade do primeiro semestre vem dos estoques de passagem mais a produção da primeira safra. Como já viemos de uma quebra de safrinha em 2021, o balanço será apertado e os preços vão continuar altos”, pontua o analista de mercado da StoneX, João Pedro Lopes.

Mercado Externo

A Bolsa de Chicago (CBOT) também se mantém positiva para os preços internacionais do milho futuro nesta quarta-feira. A principais cotações registravam flutuações acima dos US$ 6,00 o bushel por volta das 11h20 (horário de Brasília).

O vencimento março/22 era cotado à US$ 6,05 com valorização de 6,00 pontos, o maio/22 valia US$ 6,05 com elevação de 5,25 pontos, o julho/22 era negociado por US$ 6,01 com alta de 5,25 pontos e o setembro/22 tinha valor de US$ 5,74 com ganho de 3,75 pontos.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, os valores do milho seguem em alta com previsões ainda apontando calor intenso nos próximos 10 dias para o norte da Argentina, sul do Brasil e Paraguai.

“Os valores também podem ter sido apoiados por uma recuperação nas inspeções de milho, pois atingiram 47 milhões de bushels, com a China levando quase 14 milhões e o México e o Japão fazendo exibições respeitáveis”, aponta a analista Jacqueline Holland.

Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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