Milho: B3 começa a quinta-feira com leves altas e preços de até R$ 97,00
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A quinta-feira (17) começa com os preços futuros do milho operando levemente mais altos na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações flutuavam na fixa entre R$ 88,00 e R$ 97,00 por volta das 11h21 (horário de Brasília).
O vencimento março/22 era cotado à R$ 97,02 com alta de 0,07%, o maio/22 valia R$ 94,56 com elevação de 0,23%, o julho/22 era negociado por R$ 88,90 com valorização de 0,28% e o setembro/22 tinha valor de R$ 88,80 com ganho de 0,01%.
Para o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, o mercado do milho segue muito forte no Brasil e já se equilibrou com os patamares de importação ao redor dos R$ 100,00 ou R$ 104,00, dependendo das flutuações do dia.
"Quando nós tivermos a safrinha a partir de maio em diante vamos ter uma oferta grande e, se tudo andar bem, vamos ter uma grande safrinha. Então o primeiro semestre até maio nós vamos manter com as cotações firme. O segundo semestre vai olhar mais para aquilo que se paga na exportação, que hoje está na faixa de R$ 85,00 à R4 88,00 para agosto e setembro. Esses são os balizadores, os R$ 100,00 no primeiro semestre que é o preço da indústria e segundo semestre equalizando na faixa de R$ 90,00 colhendo mais do que vamos consumir e muito negócios acontecendo", diz Brandalizze.
Mercado Externo
Já a Bolsa de Chicago (CBOT) iniciou o penúltimo dia da semana muito próxima da estabilidade para os preços internacionais do milho futuro. Por volta das 09h16 (horário de Brasília), as principais cotações estavam levemente mais baixas.
O vencimento março/22 era cotado à US$ 6,46 com queda de 0,25 pontos, o maio/22 valia US$ 6,45 com estabilidade, o julho/22 era negociado por US$ 6,40 com perda de 0,25 pontos e o setembro/22 tinha valor de US$ 6,03 com desvalorização de 1,50 pontos.
Segundo informações da Agência Reuters, o milho de Chicago cai nesta quarta-feira afetado pelo aumento das chances de chuva na próxima semana no sul do Brasil e no norte da Argentina após condições quentes e secas nesta semana, enquanto os preços mais baixos do petróleo também diminuem o ânimo do mercado.
Relembre como fechou o mercado na última quarta-feira:
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