Milho abre a 3ªfeira levemente mais alto na B3

Publicado em 19/04/2022 09:19
Chicago em campo misto após maior cotação em 10 anos

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A terça-feira (19) começa com os preços futuros do milho levemente mais altos na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações na faixa entre R$ 90,00 e R$ 93,00 por volta das 09h14 (horário de Brasília).

O vencimento maio/22 era cotado à R$ 90,08 com elevação de 0,39%, o julho/22 valia R$ 91,04 com ganho de 0,43%, o setembro/22 era negociado por R$ 92,00 com alorização de 0,32% e o novembro/22 tinha valor de R$ 93,52 com alta de 0,33%.

Para o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, o mercado interno brasileiro segue com quase nenhuma pressão de compra e nos portos, seguem embarcando navios de soja e sem novas programações para embarques de milho.

“O ambiente do milho está muito favorável em um ano que estamos andando bem com a safra. As cotações de Chicago firmes e os temores de queda da produção dos Estados Unidos junto com a safra da Ucrânia sendo menor neste ano e a Rússia deixando de exportar, o mercado do milho está escasso no ambiente global em ano que o Brasil deve colher recorde na safrinha”.

Mercado Externo

A Bolsa de Chicago (CBOT) abriu o segundo dia da semana com os preços internacionais do milho futuro se movimentando pouco e flutuando em campo misto por volta das 09h05 (horário de Brasília).

O vencimento maio/22 era cotado à US$ 8,11 com perda de 1,50 pontos, o julho/22 valia US$ 8,06 com baixa de 0,50 pontos, o setembro/22 era negociado por US$ 7,66 com alta de 0,50 pontos e o dezembro/22 tinha valor de US$ 7,51 com elevação de 1,50 pontos.

Sgundo informações da Agência Reuters, os contratos futuros do milho ficam estáveis após os atingirem uma década de alta, à medida que as condições climáticas desfavoráveis dos Estados Unidos e as exportações do Mar Negro paralisaram devido à crise da Ucrânia, intensificando as preocupações com o aperto dos suprimentos globais.

Relembre como fechou o mercado na última segunda-feira

Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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