Milho abre a 3ªfeira com alta de mais de 1% estendendo valorizações na B3

Publicado em 26/04/2022 09:22
Atraso no plantio dos EUA sustenta cotações em Chicago

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A terça-feira (26) começa com os preços futuros do milho subindo na Bolsa Brasileira (B3) e estendendo as movimentações positivas do início da semana. As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 94,00 e R$ 97,00 por volta das 09h20 (horário de Brasília). 

O vencimento maio/22 era cotado à R$ 94,98 com valorização de 1,36%, o julho/22 valia R$ 95,70 com alta de 0,93%, o setembro/22 era negociado por R$ 96,13 com ganho de 0,35% e o novembro/ 22 tinha valor de R$ 97,40 com elevação de 0,35%. 

Para o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, as altas registradas na Bolsa de Chicago e o movimento de alta do dólar antes ao real ajudam a dar sustentação às cotações do cereal no Brasil. 

“Os portos voltaram a dar de R$ 92,00 à R$ 96,00, com chances de chegar aos R$ 100,00 no milho de dezembro e essa semana pode ser um bom momento para o mercado de milho com boas cotações na exportação do segundo semestre para o milho da safrinha”, destaca Brandalizze. 

Mercado Externo 

A Bolsa de Chicago (CBOT) também começou o segundo dia da semana operando em campo positivo para os preços internacionais do milho futuro. 

Por volta das 09h07 (horário de Brasília), o vencimento maio/22 era cotado à US$ 8,08 com valorização de 8,00 pontos, o julho/22 valia US$ 8,05 com alta de 7,50 pontos, o setembro/22 era negociado por US$ 7,58 com elevação de 7,00 pontos e o dezembro/ 22 tinha valor de US$ 7,42 com ganho de 8,00 pontos. 

Segundo informações da Agência Reuters, o milho subiu pela segunda sessão consecutiva com o início lento do plantio nos Estados Unidos sustentando os preços. 

No meio-oeste dos EUA, as condições frias e úmidas retardaram o plantio de milho e soja. O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) disse que a safra de milho dos EUA foi semeada em 7% até domingo, abaixo da estimativa média dos analistas de 9% e da média de cinco anos de 15%. 

Relembre como fechou o mercado na última segunda-feira: 

Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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