Exportação de milho do Brasil à China requer acordo sobre transgênicos, diz Abramilho
![]()
SÃO PAULO (Reuters) - A exportação do milho do Brasil à China, após a assinatura de um protocolo entre os governos dos dois países nesta semana, ainda requer um acordo sobre equivalência de transgênicos para ser finalmente viabilizada, afirmou a associação de produtores Abramilho nesta quarta-feira.
Os chineses têm interesse em realizar acordo de equivalência regulatória de milho transgênico para permitir comércio, até porque já teriam feito compras antecipadas do cereal brasileiro para embarque em setembro, segundo o diretor-executivo da Associação Brasileira de Produtores de Milho (Abramilho), Glauber Silveira.
Ele destacou que o Brasil deverá colher uma safra recorde em 2021/22 e teria excedente para exportar cerca de 30 milhões de toneladas no ciclo para todos os destinos, podendo assim atender demandas da China.
"Com a evolução do protocolo, ótimo. Agora o segundo passo é aprovação das biotecnologias, o que precisa ter maior agilidade", disse ele, explicando que a China tem transgênicos aprovados de outros países semelhantes aos existentes no Brasil, mas mesmo assim é preciso de um acordo de equivalência de biotecnologia.
(Por Roberto Samora)
0 comentário
Agroconsult vê queda de 11% na exportação de milho do Brasil em 25/26
Cotações do milho sobem em Chicago nesta quinta-feira com apoio da soja e das exportações dos EUA
Volume de milho comercializado no atacado da Ceagesp vai quase dobrar neste mês de junho
Agroconsult eleva previsão da 2ª safra de milho do Brasil, mas vê queda anual
IGC eleva previsão de safra global de milho 26/27 com revisões na Argentina e Índia
Deral faz leve ajuste positivo na 2ª safra de milho do Paraná; mantém previsão para trigo