Quarta-feira segue sendo altista para o milho na B3

Publicado em 03/08/2022 11:53
Chicago perde força aguardando mais navios ucranianos

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As movimentações seguem sendo altistas para os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3) ao longo desta quarta-feira (03). Por volta das 11h49 (horário de Brasília), as principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 86,20 e R$ 92,68. 

O vencimento setembro/22 era cotado à R$ 86,20 com alta de 0,64%, o novembro/22 valia R$ 88,39 com valorização de 0,66%, o janeiro/23 era negociado por R$ 91,11 com elevação de 0,50% e o março/23 tinha valor de R$ 92,68 com ganho de 0,52%. 

Mercado Externo 

Já na Bolsa de Chicago (CBOT), a quarta-feira também começou sendo altista para os preços internacionais do milho futuro, mas eles perderam força e ficaram levemente negativos por volta das 11h41 (horário de Brasília). 

O vencimento setembro/22 era cotado à US$ 5,89 com desvalorização de 2,25 pontos, o dezembro/22 valia US$ 5,93 com queda de 1,00 ponto, o março/23 era negociado por US$ 6,01 com baixa de 0,75 pontos e o maio/23 tinha valor de US$ 6,05 com perda de 1,00 ponto. 

Segundo informações do site internacional Farm Futures, os preços do milho subiram nesta manhã, com os contratos próximos pairando logo abaixo da referência de US$ 6,00 por bushel.  

“Os traders não estão impressionados com a velocidade e o volume das exportações de grãos da Ucrânia e permanecem um pouco assustados com as previsões quentes e secas no Centro-Oeste dos Estados Unidos em meados de agosto”, avalia a analista de mercado Jacqueline Holland. 

Apesar disso, o mercado espera que os volumes de embarque da Ucrânia aumentem de um navio por dia, conforme estipulado pela ONU e pelo acordo intermediado pela Turquia entre a Ucrânia e a Rússia, para três navios por dia.  

Tal movimento seria baixista para os preços futuros, mas ajudaria a reduzir a pressão de oferta significativa para os compradores em um momento de alta inflação global. “A direção do preço dependerá de quanto trigo e milho realmente sairão da Ucrânia nas próximas semanas”, disse um trader de Cingapura à Reuters. 

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Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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