De olho na Covid na China, milho segue recuando nas Bolsas desta 2ªfeira
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Os preços futuros do milho seguem operando no campo negativo da Bolsa Brasileira (B3) ao longo desta segunda-feira (28). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 89,54 e R$ 92,60 por volta das 12h42 (horário de Brasília).
O vencimento janeiro/23 era cotado à R$ 89,54 com perda de 0,90%, o março/23 valia R$ 92,60 com queda de 0,93%, o maio/23 era negociado por R$ 91,80 com desvalorização de 0,99% e o julho/23 tinha valor de R$ 89,85 com baixa de 0,88%.
Mercado Externo
A Bolsa de Chicago (CBOT) também permanece negativa para os preços internacionais do milho futuro nesta segunda-feira.
Por volta das 12h35 (horário de Brasília), o dezembro/22 era cotado à US$ 6,65 com queda de 3,00 pontos, o março/23 valia US$ 6,67 com baixa de 3,75 pontos, o maio/23 era negociado por US$ 6,66 com desvalorização de 4,00 pontos e o julho/23 tinha valor de US$ 6,60 com perda de 3,75 pontos.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, os contratos futuros de milho caíram esta manhã, já que os protestos chineses sobre as restrições mais rígidas do COVID estão lançando dúvidas sobre as perspectivas de consumo chinês e se espalhando nos mercados financeiros e de commodities.
“As notícias da China de mais casos de COVID e os protestos inesperados contra o governo estão enfraquecendo o trigo, o milho e a soja hoje. Há preocupação nos mercados de commodities tanto com a possível interrupção na China de mais medidas anti-COVID quanto com o impacto dos protestos”, disse Matt Ammermann, gerente de risco de commodities da StoneX, à Reuters nesta manhã.
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