Futuros do milho seguem contabilizando perdas nesta segunda-feira
![]()
Os preços futuros do milho seguem recuando na Bolsa Brasileira (B3) ao longo desta segunda-feira (16). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 63,16 e R$ 70,30 por volta das 13h42 (horário de Brasília).
O vencimento setembro/24 era cotado à R$ 63,16 com queda de 1,16%, o novembro/24 valia R$ 67,61 com baixa de 0,28% e o janeiro/25 era negociado por R$ 70,30 com perda de 0,38%.
Mercado Externo
Na Bolsa de Chicago (CBOT), os preços internacionais do milho futuro também permanecem contabilizando movimentações negativas neste primeiro pregão da semana, com recuos por volta das 13:28 (horário de Brasília).
O vencimento dezembro/24 era cotado à US$ 4,10 com desvalorização de 3,00 pontos, o março/25 valia US$ 4,28 com queda de 2,25 pontos, o maio/25 era negociado por US$ 4,39 com perda de 2,25 pontos e o julho/25 tinha valor de US$ 4,45 com baixa de 2,25 pontos.
“Os mercados de grãos e oleaginosas recuaram durante a noite, após ganhos sólidos recentes. O mercado sente mais confiança agora que precificou o tamanho das grandes safras de milho e soja do Centro-Oeste, depois que as estimativas de rendimento do USDA foram pouco alteradas em relação a agosto, e semelhantes às estimativas privadas. Veremos um fluxo crescente de resultados de colheita nos próximos dias e semanas para fornecer orientação, enquanto os comerciantes também estarão cada vez mais focados nas vendas e remessas de exportação, bem como no clima da América do Sul”, diz Arlan Suderman, economista-chefe de commodities da StoneX, conforme reportado pelo site internacional Successful Farming.
0 comentário
Cotações do milho abrem a segunda-feira subindo 1% na B3
AgRural: Com estiagem e calor, oeste do PR já contabiliza perdas na safrinha de milho
Milho/Cepea: Indicador recua, mas valores sobem em outras regiões
Cotações do milho fecham semana volátil em Chicago com mercado de olho no Oriente Médio
Foco do mercado na comercialização da soja mantém cotações do milho lateralizadas no Brasil
Entre guerra e custos altos, milho deve perder espaço nos EUA e provocar reação nos preços