Previsão de safra e taxas dos EUA deixam milho em novo dia de queda nessa terça (04)
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A terça-feira começou negativa para o mercado de grãos, com quedas na soja e no milho, este último pressionado pela perspectiva de uma área maior para a safra do cereal nos Estados Unidos. Além disso, as tarifas comerciais anunciadas por Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, estão previstas para entrar em vigor hoje, afetando diretamente as exportações do México e do Canadá. Também há previsão de novas taxas contra a China, o que pode gerar uma retaliação chinesa e o início de um novo período de guerra comercial. Diante desse cenário, o contrato março/25 do milho registra queda de 7 pontos, sendo negociado a US$ 4,33 por bushel, enquanto o contrato maio/25 recua 6,75 pontos, cotado a US$ 4,49.
A semeadura da safrinha 2025 de milho avançou significativamente na última semana no Centro-Sul do Brasil. Segundo levantamento da AgRural, até a última quinta-feira (27), 80% da área estimada já havia sido plantada, contra 64% na semana anterior e 86% no mesmo período da safra 2024.
Com a colheita da primeira safra avançando no Sul do país e bons rendimentos sendo observados no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, a StoneX revisou para cima sua estimativa de produção da primeira safra de milho, aumentando 4,3% em relação ao relatório de fevereiro, para 26,5 milhões de toneladas.
Para a segunda safra de milho, a StoneX também fez um leve ajuste positivo de 0,4%, estimando a produção em 102,1 milhões de toneladas. O aumento foi resultado de incrementos na área cultivada nos estados do Pará, Tocantins e Maranhão, além de pequenos ajustes na produtividade.
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