Avanço da colheita nos EUA pressiona o milho recua em Chicago nesta 3ªfeira
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A terça-feira (21) chega ao final com os preços internacionais do milho futuro registrando movimentações negativas na Bolsa de Chicago (CBOT).
De acordo com a análise da Agrinvest, o avanço da colheita de milho nos Estados Unidos e a queda nos preços do óleo e do petróleo acabam pressionando o cereal nesta tarde na CBOT.
“Apesar de reportes de produtividade abaixo do esperado, o mercado aguarda uma grande safra norte-americana. Além disso, a ausência de dados oficiais devido ao shutdown, o mercado acaba mantendo uma postura comedida”, destacam os analistas da consultoria.
O vencimento dezembro/25 foi cotado a US$ 4,19 com desvalorização de 3,50 pontos, o março/26 valeu US$ 4,33 com perda de 3,25 pontos, o maio/26 foi negociado por US$ 4,41 com baixa de 3,50 pontos e o julho/26 teve valor de US$ 4,48 com queda de 3,25 pontos.
Esses índices representaram perdas, com relação ao fechamento da última segunda-feira (20), de 0,83% para o dezembro/25, de 0,74% para o março/26, de 0,79% para o maio/26 e de 0,72% para o julho/26.
Mercado Interno
Na Bolsa Brasileira (B3), os preços futuros do milho também tiveram uma terça-feira negativa para as movimentações.
Os analistas da Agrinvest apontam que, apesar dos recuos na B3, os preços continuam firmes no mercado interno do Brasil.
“A demanda de milho por usinas de etanol continua aquecida. Até o início de outubro, a produção de etanol de milho atingiu 4,48 milhões de metros cúbicos, crescimento de 18,4% em relação ao mesmo período de 2024”, diz a consultoria.
Confira como ficaram todas as cotações nesta terça-feira
O vencimento novembro/25 foi cotado a R$ 68,49 com desvalorização de 0,72%, o janeiro/26 valeu R$ 71,30 com queda de 0,32%, o março/26 foi negociado por R$ 72,81 com perda de 0,12% e o maio/26 teve valor de R$ 71,81 com baixa de 0,13%.
No mercado físico brasileiro, o preço da saca de milho ficou praticamente inalterado neste segundo dia da semana. O levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas identificou desvalorização apenas no Porto de Santos/SP.
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