B3 segue dólar e Chicago para fechar sexta-feira com recuos nos futuros do milho
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A sexta-feira (2) chega ao final com os preços internacionais do milho futuro operando no campo negativo da Bolsa de Chicago (CBOT).
Os contratos internacionais do milho acompanharam a soja em queda neste primeiro pregão de 2026.
“A soja segue pressionada pela combinação de safra recorde na MAS e liquidação de posições compradas pelos fundos”, destaca a análise da Agrinvest.
O vencimento março/26 foi cotado a US$ 4,37 com desvalorização de 2,75 pontos, o maio/26 valeu US$ 4,45 com baixa de 2,75 pontos, o julho/26 foi negociado por US$ 4,52 com queda de 2,50 pontos e o setembro/26 teve valor de US$ 4,46 com perda de 2 pontos.
Mercado Interno
Na Bolsa Brasileira (B3), os preços futuros do milho também finalizaram o primeiro dia útil do ano contabilizando recuos.
De acordo com a análise da Agrinvest, a queda do dólar ante ao real e dos futuros do milho na CBOT pressionaram os contratos da B3 nesta terça-feira. Por outro lado, a baixa liquidez limitou as perdas.
“No Mato Grosso o mercado segue estável com o spot na BR-163 girando em torno de R$ 53,00 na PF e R$ 57,00 com P/C. Para a safra 2026, maio aparece mais firme perto de R$ 52,00, enquanto julho e agosto mostraram exportação a R$ 46,00 na PF e etanol a R$ 49,00. No leste do estado, Querência mantém a exportação como melhor alternativa, com negócios entre R$ 50,50 e R$ 52,00 na safra atual e indicações perto de R$ 47,00 a R$ 50,00 com P/C para 2026”, detalham os analistas da consultoria.
O vencimento janeiro/26 foi cotado a R$ 69,95 com queda de 0,41%, o março/26 valeu R$ 74,10 com perda de 0,27%, o maio/26 foi negociado por R$ 73,23 com desvalorização de 0,61% e o julho/26 teve valor de R$ 70,33 com baixa de 0,35%.
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