Milho fecha estável em Chicago, testando leves ganhos com apoio da demanda
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Os futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago operaram durante todo o dia com estabilidade e assim vai concluindo os negócios desta segunda-feira (23) com leves altas nos principais vencimentos. Os ganhos variaram de 0,25 a 0,75 ponto nas posições mais negociadas, levando o março a US$ 4,27 e o maio a US$ 4,40 por bushel.
O mercado encontrou sustentação na nova venda de milho dos EUA de Colômbia feita nesta segunda, de 125 mil toneladas da safra 2025/26. A demanda pelo cereal norte-americano continua bastante firme, presente e a competitividade do produto, elevada. Além disso, os embarques semanais dos EUA reportados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) hoje vieram acima das expectativas, somando mais de dois milhões de toneladas e também dando espaço à sustentação na CBOT.
Além disso, o mercado se manteve mais cauteloso ao longo de todo este primeiro pregão da semana, de olho no futuro das tarifas norte-americanas, em especial depois da decisão da Suprema Corte dos EUA, e dos movimentos do presidente Donald Trump.
NA B3, FECHAMENTO NEGATIVO
Na B3, os futuros do milho fecharam o dia em campo negativo. Parte da pressão veio do dólar, que chegou a perder mais de 0,5% ao longo do dia e testar níveis de R$ 5,15, mas ainda sustentado, por outro lado, pela demanda.
"No disponível, a oferta segue curta e ainda pode sustentar novas altas. Sem exportação como gatilho, o mercado é guiado pela demanda interna e necessidade imediata de compra", explicou a Agrinvest Commodities.
Além disso, ainda segundo a consultoria, "o dólar baixo ajuda a conter o avanço, mantendo o ajuste entre o físico e o futuro no radar". Assim, o março fechou o dia com R$ 71,32 e o maio a R$ 70,85 por saca, com baixas de 0,9% a 0,8%.
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