Depois de dias de intensas baixas na B3, milho volta a operar com estabilidade
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A quinta-feira (16) ainda é de mais baixas para o mercado do milho. Na B3, na tarde de hoje, os primeiros vencimentos ainda cediam e perdeim 0,14% e 0,27% no maio e no julho, respectivamente, chegando aos R$ 66,15 e R$ 66,92 por saca, enquanto os mais alongados voltavam a subir. O setembro era cotado a R$ 68,31 por saca.
As cotações continuam pressionadas pelo desenvolvimento da safrinha, com o clima ainda preocupando em algumas regiões pontuais, ao passo em que o impacto das condições sobre os campos ainda é incerto. Todavia, este é, tradicionalmente, um período sazonal de peso sobre os preços dado não só o caminhar da segunda safra, mas também da conclusão da colheita de verão no Brasil e do plantio nos EUA.
O dólar volta a respirar depois de consecutivas perdas frente ao real, o que também ajuda a garantir alguma estabilidade às cotações na B3 nesta quinta-feira. A moeda americana voltava aos R$ 5,00, com uma ganho de pouco mais de 0,3%.
EM CHICAGO, ESTABILIDADE
Na Bolsa de Chicago, os preços do milho caminham de lado na sessão de hoje. O mercado chegou a realizar lucros após os últimos e bons ganhos, porém, voltou a testar os dois lados da tabela. Por volta de 12h45 (Brasília), os dois primeiros contratos caíam, levando o maio a US$ 4,50, enquanto o setembro subia 0,50 ponto para US$ 4,63 por bushel.
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