Milho recua em Chicago após USDA elevar projeções de estoques dos EUA 25/26, 26/27 e globais 26/27
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Os preços internacionais do milho futuro seguem operando no campo negativo da Bolsa de Chicago (CBOT) ao longo desta quinta-feira (11), registrando pequenos recuos por volta das 13h11 (horário de Brasília).
O vencimento julho/26 era cotado a US$ 4,14 com queda de 4,50 pontos, o setembro/26 valia US$ 4,22 com desvalorização de 5 pontos, o dezembro/26 era negociado por US$ 4,42 com baixa de 4,75 pontos e o março/27 tinha valor de US$ 4,56 com perda de 5 pontos.
No início da tarde o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (EUA) divulgou seu novo relatório de oferta e demanda mundial apontando elevações nos estoques norte-americanos para as safras 25/26 e 26/27, além de acréscimo também no âmbito global.
Para temporada 25/26 dos EUA, os estoques finais de milho foram apontados em 54,49 milhões de toneladas, acima das 54,41 milhões previstos em maio e também maior do que as 54,31 milhões da média esperada pelo mercado.
Na safra 26/27, os estoques finais dos EUA estão previstos agora em 49,79 milhões de toneladas, subindo das 49,71 milhões esperadas em maio e das 49,46 milhões da média esperada pelo mercado.
Por fim, o estoque global na safra 2026/27 saltou de 277,54 milhões de toneladas previstas em maio/26 para 281,22 milhões em junho/26, ficando também acima da média esperada pelo mercado que era de 278,51 milhões.
Mercado Interno
Já na Bolsa Brasileira (B3), os preços futuros do milho registravam leves elevações no início da tarde de quinta-feira, com as principais cotações flutuando na faixa entre R$ 64,69 e R$ 75,18 por volta das 13h14 (horário de Brasília).
O vencimento julho/26 era cotado a R$ 64,69 com estabilidade, o setembro/26 valia R$ 66,90 com alta de 0,15%, o janeiro/27 era negociado por R$ 73,35 com elevação de 0,30% e o março/27 tinha valor de R$ 75,18 com ganho de 0,25%.
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