É estelionato eleitoral sim! Ou: Pinóquio maquiavélico...

Publicado em 11/11/2014 16:02 e atualizado em 12/11/2014 15:08 555 exibições
por Rodrigo Constantino, de veja.com (“A verdadeira liberdade ocorre quando os homens, nascidos livres, precisando dirigir-se ao público, podem falar livremente.” (Eurípides)...

É estelionato eleitoral sim! Ou: Pinóquio maquiavélico

O que me assusta no Brasil é a normalidade com a qual encaramos absurdos. O debate agora é sobre a nova equipe econômica a ser anunciada por Dilma, e muitos esperam mais bom senso da presidente reeleita na escolha dos nomes, demonstrando uma guinada ao pragmatismo. Cobram dela mais racionalidade após as eleições, ou seja, que ela deixe para trás o palanque e caia na realidade.

Tudo bem, mas vamos simplesmente ignorar o que foi feito durante a campanha? A campanha mais sórdida de todos tempos ficará por isso mesmo, assim, como se não fosse nada demais, parte do jogo democrático? Há um salvo-conduto para o PT então, reconhecendo-se que ele pode de tudo para vencer, rasgando a ética e as leis eleitorais, desde que depois não coloque em prática suas promessas?

Entendo o desespero de todos: se Dilma continuar em sua trajetória anterior, ou levar a sério as besteiras ditas durante a campanha, o Brasil afunda de vez. Só não consigo conceber um foco tão imediatista em troca de uma preocupação com o processo, com o que está em jogo no longo prazo. Imaginem a reação de um suíço se contarmos a ele o que foi dito por Dilma na campanha e feito nos primeiros dez dias após reeleita!

Mas nem todos estão deixando isso passar. Gil Castello Branco, da ONG Contas Abertas, escreveu em sua coluna de hoje no GLOBO um duro ataque ao método Pinóquio da presidente, inspirada também em Maquiavel. O economista diz que até Jesus Cristo seria “desconstruído” pela máquina de difamação montada por João Santana e aprovada por Dilma:

No vale tudo das eleições brasileiras, se Jesus Cristo fosse candidato, o marqueteiro de Dilma, João Santana, demonstraria que o PT fez mais em 12 anos do que o filho de Deus em 33. O maior milagre de JC foi multiplicar peixes e pães dando de comer a cinco mil fiéis na Galileia, enquanto o Bolsa Família atende a 56 milhões de pessoas! A frase “Vinde a mim as criancinhas…” seria apresentada com conotação de pedofilia. Pobre Jesus Cristo. Antes morrer na cruz.

Mentira, difamação, intimidação e calúnia: estas foram as armas usadas pela campanha do PT. Se uma nação simplesmente aceita isso como algo normal, como parte do processo, sem mais nem menos, que recado está dando aos futuros candidatos? Como condenar depois aqueles que não medem esforços e não encontram limites no jogo sujo pelo poder? Com que moral o eleitor vai exigir um comportamento ético se aceita passivamente tanta mentira durante a campanha?

Agora a presidente Dilma está preocupada em não ver a economia derreter durante seu segundo mandato, mas antes sua única preocupação era vencer a eleição. Aceitar que não precisa haver elo entre uma coisa e outra é tolerar uma demagogia que deseduca o povo brasileiro, que não ensina a importância de uma gestão mais austera vista nas hostes esquerdistas como coisa de “neoliberal”. Diz Castello Branco:

Até que ponto o festival de notícias impopulares teria afetado a votação da presidente reeleita, caso tivesse acontecido antes de 26 de outubro, são outros quinhentos. Mas, convenhamos, se não é estelionato eleitoral, é muita cara de pau.

[...]

Como o personagem de Collodi faz parte de uma fábula e os narizes dos políticos não crescem, resta-nos sugerir nas próximas eleições a adoção do detector de mentiras. Caso contrário, Pinóquio vai acabar presidente…

Acho que não é “apenas” cara de pau, e sim estelionato eleitoral mesmo. A presidente Dilma colocou em prática inúmeras medidas que poucos dias atrás acusava de “neoliberais” contra os pobres, e dizia que Aécio Neves faria se fosse eleito. Se o povo brasileiro continuar tratando isso com naturalidade, chegará o dia em que Pinóquio em pessoa, ou em boneco, será nosso presidente mesmo. Um Pinóquio maquiavélico…

Rodrigo Constantino

 

A Gilbertinha

Vai esperar Sarney chegar?

Marta torceu pelo “Volta, Lula”

A carta de demissão entregue por Marta Suplicy hoje complicou de vez sua vida no PT. Deverá ser tratada a pão e água pelo partido no Senado. Em linguagem política: nada de comissões de visibilidade ou de relatoria de assuntos importantes. Entre os senadores, aliás, o fogo amigo de Marta lhe rendeu um apelido: a Gilbertinha.

Por Lauro Jardim

 

Republicanos, uni-vos! – artigo do GLOBO

Esquerda e direita são conceitos que, no Brasil, costumam gerar muita confusão, após décadas de monopólio da virtude por parte da esquerda. Por isso é melhor adotar a divisão entre populistas e republicanos. Eis o grande embate da atualidade.

De um lado, temos aqueles que defendem governantes que gostam de distribuir a riqueza alheia, sem construir as bases que efetivamente permitem a criação de mais riqueza. Do outro, temos os que desejam reformas estruturais que possibilitem um ambiente mais amigável aos negócios, à iniciativa privada, para que o Brasil possa ir na direção dos países desenvolvidos.

Uns aplaudem esmolas que criam dependência dos mais pobres, perpetuando a pobreza, máquina de votos. Outros cobram responsabilidade individual e aceitam um assistencialismo básico, desde que descentralizado, com porta de saída e fornecido pelo Estado, não pelo governo para terrorismo eleitoral depois.

Do lado populista, temos o resgate da velha máxima “rouba, mas faz”, com vista grossa a todos os infindáveis escândalos de corrupção, só por se tratar de um governo de esquerda. Do lado republicano, estão aqueles que não aceitam compactuar com essa roubalheira, supostamente favorável aos mais pobres.

Leia mais aqui.

Rodrigo Constantino

 

O legado de Milton

“A verdadeira liberdade ocorre quando os homens, nascidos livres, precisando dirigir-se ao público, podem falar livremente.” (Eurípides)

John Milton nasceu em 1608 e foi um dos maiores poetas renascentistas da Inglaterra, tendo dedicado sua vida à defesa das liberdades civis, políticas e religiosas. Tornou-se um dos principais propagandistas do regime republicano durante os conturbados anos que seguiram a execução do rei Carlos I, em 1649. Os acontecimentos que levaram a este ato, o ato em si e suas conseqüências iriam dominar seus escritos políticos. Sua defesa radical justificando o regicídio no texto A Tenência de Reis e Magistrados foi um marco na época. Em Defesa do Povo Inglês, Milton faz ataques violentos aos defensores do rei assassinado, assim como apresenta mais argumentos para defender a República perante a Europa. Sua obra mais celebrada pelos liberais é Areopagitica, um discurso condenando a censura na imprensa.

Logo no começo de A Tenência de Reis e Magistrados, John Milton deixa claro seu apreço pela idéia de direito natural, quando afirma que “só os homens de bem podem amar vigorosamente a liberdade; os demais amam, não a liberdade, mas a licença”. Para ele, o homem já nasce livre. Ninguém deve sua liberdade à licença de algum governante. Sua idéia acerca da formação do Estado antecipa John Locke, quando ele diz que os homens ”concordaram por aliança comum em obrigar-se uns aos outros contra a agressão recíproca, e a se defender em conjunto de qualquer um que perturbasse ou se opusesse a tal acordo”.

Por isso teriam surgido as vilas, cidades e repúblicas. Pelo fato de a boa-fé de cada um não ser suficiente para garantir a paz e a liberdade, os homens teriam “julgado necessário dispor de alguma autoridade que pudesse refrear pela força e pela punição toda violação da paz e do direito comum”. Mas ninguém iria confiar no poder arbitrário dos governantes. Para tanto, criam-se as leis, que devem inclusive “confinar e limitar a autoridade dos que eles escolheram para governá-los”. As fraquezas e os erros pessoais seriam, tanto quanto possível, protegidos pelo governo das leis, igualmente válidas para todos, sem exceção.

Essas leis, todo o direito, brotam da fonte da justiça, e não o contrário, ou seja, não é uma lei que determina se algo é justo ou não. Existem leis ilegítimas, que ferem esses direitos naturais. Essa visão teria influência nos “pais fundadores”, como se pode notar pela citação de Thomas Jefferson: “Se uma lei é injusta, um homem está não apenas certo em desobedecê-la, ele é obrigado a fazê-lo”. Quem discorda, deveria questionar se um guarda estaria sendo justo ao seguir as leis nazistas num campo de concentração!

Nem mesmo o rei escaparia dessa igualdade perante a justiça e as leis. Para Milton, “considerar os reis responsáveis unicamente perante Deus constitui subversão de toda a lei e de todo governo”, lembrando que muitos na época defendiam a idéia de direito divino aos reis. A autoridade do rei, para Milton, advinha do próprio povo, e isso garantia ao povo o direito de rejeitá-lo quantas vezes quisesse. Ele condenava a analogia entre rei e pai, afirmando que são coisas bem diferentes, pois pai é quem nos criou, enquanto o rei não nos criou, mas ao contrário, foi criado por nós. “O povo não existe por causa do rei, mas o rei existe por causa do povo”, ele sintetiza.

Milton afirma que “o poder real nada mais é senão um pacto ou estipulação mútua entre o rei e o povo”. E se uma das partes não honrar o pacto, no caso o rei tornar-se um tirano, o acordo não é mais válido. Neste caso, o republicano Milton defendia um julgamento honesto e aberto, “para ensinar os monarcas fora-da-lei e todos os que tanto os adoram que a única e verdadeira majestade soberana e suprema sobre a Terra não é um homem mortal nem sua vontade imperiosa, mas a justiça”. Em resumo, “a justiça infligida ao tirano nada mais é senão a defesa necessária de toda uma república”.

John Milton, que era um cristão protestante, defendia a liberdade religiosa também, e não deixa de mandar um duro recado aos clérigos: “Não perturbem os negócios civis, que se encontram em mãos mais hábeis e capazes de administrá-los; estudem mais e dediquem-se ao ofício de bons pastores”. Para ele, a magistratura e a Igreja confundiam os deveres uma da outra. Por este motivo, entre outros, John Milton não suportava o papismo de modo algum. Em sua opinião, não se tratava de uma religião, mas de “uma tirania clerical disfarçada de religião, adornada de todos os emolumentos do poder civil que ela tomou para si contrariamente ao ensinamento do próprio Cristo”.

Em Areopagítica, seu discurso pela liberdade de imprensa ao Parlamento, Milton iria apresentar argumentos liberais contra a censura prévia. Publicada em 1644, a obra-prima do poeta seria escrita no contexto de batalha parlamentar, já que o líder da Assembléia, Herbert Palmer, havia exigido que um livro de Milton em defesa do direito de divórcio fosse queimado. Para Milton, a censura sempre esteve associada à tirania, e mais recentemente seria fruto do reacionarismo católico do Concílio de Trento e da Inquisição. Ele foi direto ao afirmar que o “projeto de censura surgiu sub-repticiamente da Inquisição”.

Milton defendia que cada um pudesse julgar por conta própria o que é bom ou ruim. “Todo homem maduro pode e deve exercer seu próprio critério”, ele escreveu. Ele diz ainda: “O conhecimento não pode corromper, nem, por conseguinte, os livros, se a vontade e a consciência não se corromperem”. Para ele, todas as opiniões são de grande serviço e ajuda na obtenção da verdade. Os homens não devem, portanto, ser tratados como idiotas que necessitam da tutela de alguém. Desconfiar das pessoas comuns, censurando sua leitura, “corresponde a passar-lhes um atestado de ignomínia”, considerando que elas seriam tão debilitadas que “não seriam capazes de engolir o que quer que fosse a não ser pelo tubo de um censor”. Para Milton, ao contrário, cada um tem a razão, e isso significa a liberdade de escolher. O desejo de aprender necessita da discussão, da troca de opiniões. A censura, então, “obstrui e retarda a importação da nossa mais rica mercadoria, a verdade”.

Quanta diferença para a postura típica dos autoritários, como fica evidente na seguinte declaração de Trotsky: “Os jornais são armas. Eis porque é necessário proibir a circulação de jornais burgueses. É uma medida de legítima defesa!”. Seu colega revolucionário, Lênin, foi na mesma linha: “Por que deveríamos aceitar a liberdade de expressão e de imprensa? Por que deveria um governo, que está fazendo o que acredita estar certo, permitir que o critiquem? Ele não aceitaria a oposição de armas letais. Mas idéias são muito mais fatais que armas”. Fica evidente o abismo existente entre esta visão de mundo, que pariu a União Soviética, e aquela de Milton, que influenciou a criação dos Estados Unidos, como se pode verificar pela afirmação de Thomas Jefferson: “Uma vez que a base de nosso governo é a opinião do povo, nosso primeiro objetivo deveria ser mantê-la intacta. E, se coubesse a mim decidir se precisamos de um governo sem imprensa ou de uma imprensa sem governo, eu não hesitaria um momento em escolher a segunda situação”.

Além disso, o argumento de Milton mostra como a censura, na prática, seria ineficaz ou mesmo prejudicial ao seu intento original. Os censores, afinal, são humanos que erram também. Ele questiona como confiar nos censores, já que não são detentores da graça da infalibilidade e da incorruptibilidade. A censura não consegue levar ao resultado para o qual foi concebida. Ele diz: “Aqueles que imaginam suprimir o pecado suprimindo a matéria do pecado são observadores medíocres da natureza humana”. A reforma dos costumes imposta não surte o efeito desejado, como Milton demonstra através dos exemplos da Itália e Espanha “depois que o rigor da Inquisição se abateu sobre os livros”. É impossível tornar as pessoas virtuosas pela coerção externa, e a censura impede que se exerça a faculdade do juízo e da escolha.

Uma das frases mais famosas de John Milton saiu justamente de Areopagítica, e é citada aqui para concluir o resumo do seu legado: “Dai-me liberdade para saber, para falar e para discutir livremente, de acordo com a consciência, acima de todas as liberdades”.

Texto de “Uma luz na escuridão“.

O poder das ideias na luta pela liberdade

Terminada a eleição, acho que podemos, ou melhor, devemos sair um pouco do dia a dia da política para debater ideias e conceitos em um patamar mais elevado. Isso não quer dizer, de forma alguma, deixar a política de lado. Apenas dedicar algum tempo aos pilares que acabam influenciando os rumos da política, pois são as ideias que costumam levar uma nação em direção ao atraso ou à prosperidade.

Com isso em mente, decidi publicar uma resenha por dia presente em meu livro Uma luz na escuridão, uma coletânea que segue uma ordem cronológica que vai desde John Milton (1608-1674) até Steven Levitt (1967 – ). Creio que isso dará margem a bons debates e reflexões, pois são 75 autores no total, e mais de cem obras analisadas. Abaixo, segue a introdução (o livro é de 2008 e foi usada a antiga ortografia):

Idéias têm conseqüências. Na verdade, citando Victor Hugo, diria que “não há nada mais forte do que uma idéia cuja hora é chegada”. Penso que a relevância das idéias nos acontecimentos da humanidade ainda não recebeu o devido peso por boa parcela da população. Os rumos que os fatos tomam dependem, em boa parte, das idéias que algumas pessoas geram e conseguem influenciar o pensamento dos demais. Não há um determinismo histórico, assim como não acredito em uma visão coletivista que despreza as poderosas contribuições – para o bem e para o mal – de alguns poucos indivíduos. Alguns filósofos podem lançar uma sociedade no caos e na miséria, contando com a colaboração das circunstâncias, assim como uns poucos pensadores, como os “pais fundadores” dos Estados Unidos, podem direcionar toda uma nação para uma trajetória de liberdade e progresso. Costumo dizer que a força dos canhões é fundamental, mas que o alvo para onde os canhões estarão apontando depende basicamente das idéias difundidas entre a população.

Com isso em mente, além do fato de considerar que poucas são as pessoas que realmente entram em contato com as idéias daqueles que vejo como grandes defensores da liberdade, decidi reunir em um livro resumos das importantes mensagens divulgadas por esses pensadores. Não há dúvida de que interpretei suas idéias através de minha própria esfera cognitiva, selecionando as passagens que mais me interessam e chegando muitas vezes à conclusões minhas mesmo. Por isso gostaria de frisar que meu livro não deve ser visto, de forma alguma, como um substituto para os originais desses grandes pensadores. Seria mais como uma introdução a suas idéias principais. Procurei resenhar diversos livros de inúmeros autores diferentes, sem seguir necessariamente um critério rígido qualquer. Trata-se de vários temas distintos, e a ordem de apresentação seguiu a cronologia das datas de nascimento dos autores. Alguns textos podem ser repetitivos, pois mais de um pensador deu ênfase ao mesmo ponto. O que espero é que, ao término da leitura, o leitor tenha uma boa visão geral dos principais argumentos que sustentam o liberalismo. Lembro que nem todos os pensadores estudados no livro eram ou são liberais. Na verdade, tenho muito receio do uso de um rótulo simplista, mas poderíamos dizer que o livro conta com pensadores de várias vertentes diferentes, desde anarco-capitalistas, passando por libertários, liberais, social-democratas até conservadores. Prefiro sempre focar na idéia em si, na lógica do argumento, independente do rótulo de quem profere tal idéia.

O mundo está repleto de oportunistas de plantão, manipulando os mais inocentes e leigos de forma a obter total controle sobre suas vidas. O melhor antídoto contra essa malícia é o conhecimento. Uma pessoa que aprende a refletir, questionar e buscar a verdade de forma objetiva e honesta dificilmente será uma presa desses oportunistas. Esse livro tem como objetivo ser uma munição útil contra tais predadores, desmascarando muitas das falácias comumente utilizadas por eles. Além disso, tento apresentar uma alternativa, mostrar o que entendo – através da influência desses pensadores – por liberdade, e como podemos lutar para que cheguemos mais perto deste ideal. Espero ser bem sucedido nessa tarefa, ainda que não tenha a pretensão de conquistar o consenso dos leitores. O importante é estar aberto ao debate sincero, focando nos argumentos e deixando os preconceitos de lado. Alguns pontos defendidos aqui parecerão “radicais” demais, mas não há nada que diga que um ponto de vista “radical” estará necessariamente errado. Quantas coisas no passado já foram consideradas absurdas e extremistas apenas para serem vistas como normais depois? Um liberal não deve temer mudanças, ainda mais se forem para melhor!

O ambiente das idéias em nosso país está bastante contaminado por conceitos que considero errados ou mesmo bizarros em determinados casos. Uma névoa ofusca a razão dos brasileiros. Reina sobre nós um verdadeiro apagão intelectual. Os pensadores aqui analisados contribuíram, em graus distintos, para que uma luz fosse acesa no campo das idéias. Divulgando de forma resumida aquilo que julgo serem suas principais idéias, espero justamente colaborar para que possa surgir uma luz nessa escuridão mental que se encontra o país. Como disse Confúcio, “é melhor acender uma pequena vela do que praguejar contra a escuridão”. Os que defendem a liberdade individual precisam agir.

Rodrigo Constantino

 

 

Fonte:
Blog Rodrigo Constantino (VEJA)

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