Tereza Cristina é a ministra da Agricultura do governo de Bolsonaro

Publicado em 07/11/2018 18:15 e atualizado em 07/11/2018 22:11
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Deputada Tereza Cristina será ministra da Agricultura de Bolsonaro

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Por Mateus Maia e Ricardo Brito

BRASÍLIA (Reuters) - O presidente eleito Jair Bolsonaro escolheu nesta quarta-feira a coordenadora da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputada federal reeleita Tereza Cristina (DEM-MS), para o cargo de ministra da Agricultura do seu governo.

O anúncio da escolha foi feito inicialmente pelo deputado Alceu Moreira (MDB-RS), vice-presidente da FPA que atuou como porta-voz da Frente após reunião de membros da bancada ruralista com Bolsonaro em Brasília. Posteriormente, a indicação foi confirmada pela assessoria de imprensa do gabinete de transição e pelo próprio Bolsonaro em sua conta no Twitter.

"Boa noite! Informo a todos a indicação da senhora Tereza Cristina da Costa Dias, presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, ao posto de ministra da Agricultura", escreveu o presidente eleito.

Antes do anúncio, uma comitiva de deputados da FPA reuniu-se com Bolsonaro para levar o nome de Tereza Cristina para a pasta. De acordo com Moreira, a sugestão foi imediatamente aceita pelo presidente eleito.

O vice-presidente da FPA também disse que não acontecerá a fusão dos ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente e que o titular do Meio Ambiente será indicado por Bolsonaro nos próximos dias. Moreira disse ainda que a FPA referendará o nome do titular desta pasta.

Antes do primeiro turno da eleição presidencial, Tereza Cristina encontrou-se com Bolsonaro no Rio de Janeiro e anunciou, àquela altura, o apoio da frente ao então candidato à Presidência da República. Foi o primeiro apoio de peso que o ainda presidenciável recebeu no Congresso durante a eleição.

Tereza Cristina chegou a ser cotada para ser candidata a vice-presidente na chapa do candidato derrotado do PSDB, Geraldo Alckmin. O tucano, entretanto, preferiu optar por outra expoente da bancada ruralista, a senadora gaúcha Ana Amélia (PP).

Embora seja presidente de uma das principais frentes parlamentares do Congresso, o nome de Tereza Cristina não foi o único levado a Bolsonaro para comandar a pasta da Agricultura. A União Democrática Ruralista (UDR) havia sugerido para a pasta o deputado federal Jerônimo Goergen (PP-RS). Um dos principais líderes da UDR Nabhan Garcia é um conselheiro próximo de Bolsonaro.

À Reuters, contudo, Goergen disse após a escolha da colega que Tereza Cristina satisfaz o setor e tem "todas as condições de fazer um bom trabalho". Ele disse que a futura ministra vai precisar cuidar de demandas centrais, como a questão fundiária, que é muito ainda desorganizada, o passivo do Funrural, que precisa ser resolvido, e o endividamento do setor agropecuário.

O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, elogiou a indicação da deputada e afirmou que ele tem conhecimento do setor.

“A deputada Tereza Cristina tem conhecimento técnico e respaldo político para assumir o cargo. É uma liderança fundamental para o setor produtivo nacional, com trabalho inquestionável à frente da FPA. Estamos bastante confiantes, pois ela conhece o setor de proteína animal como poucos, e sabe claramente das dificuldades e oportunidades que temos pela frente”, disse Turra.

A Reuters tentou contato, sem sucesso, com Tereza Cristina por telefone.

Bolsonaro confirma Tereza Cristina na Agricultura

Como antecipamos, Tereza Cristina será a ministra da Agricultura de Jair Bolsonaro.

O presidente eleito foi ao Twitter confirmar a escolha da deputada federal do DEM.

 

Tweet Tereza Cristina

Nova ministra foi líder do PSB (ESTADÃO)

Até o ano passado, a futura ministra da Agricultura, deputada Tereza Cristina (DEM-MS), liderava a bancada do PSB na Câmara. Mesmo sendo líder ruralista, é improvável pensar que a deputada seria escolhida ministra por Jair Bosonaro se ainda estivesse filiada ao PSB.

No ano passado, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, convenceu Tereza a se filiar ao DEM. Mas, antes disso, a deputada já sabia que não tinha mais espaço para continuar no PSB por conta de suas posições políticas. Ela votou a favor do impeachment de Dilma Rousseff e apoiou propostas do governo de Michel Temer, descolando das posições defendidas pela cúpula do PSB. Se não saísse, tudo caminhava para que a deputada fosse expulsa do partido. /M.M.

Tereza não queria fusão com Meio Ambiente

Na semana passada, a deputada Tereza Cristina (DEM-MS) já tinha dito que “se preocupava” com a fusão dos ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente, como vinha sendo pensado pelo governo de Jair Bolsonaro.

Ela acha que o Meio Ambiente tem demandas complexas e muito diferentes da Agricultura que poderiam atrapalhar o foco no agronegócio. Além disso, temia pelo impacto negativo no mercado consumidor externo dos produtos do agronegócio brasileiro caso o Meio Ambiente fosse realmente extinto. Agora, as duas pastas ficarão separadas como estavam. /M.M.

A escolha da primeira mulher para o ministério de Bolsonaro foi costurada pelo futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que conseguiu derrubar uma indicação pessoal do presidente eleito. Prevaleceu a força da FPA e da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) em detrimento de pequenas entidades que deram sustentação à campanha de Bolsonaro.

Até a véspera, o presidente eleito ainda avaliava a possibilidade de nomear o presidente da União Democrática Ruralista (UDR), Luiz Antônio Nabhan, seu braço direito na setor durante a pré-campanha e a campanha. Bolsonaro chegou a anunciar o nome de Nabhan em um evento no Rio Grande do Sul e disse que não adotaria o critério político para o cargo, sinalizando que não escolheria pessoas com cargos eletivos.

Ao Estado, Nabhan disse que continuará torcendo pelo novo governo. “Não vou esconder que no fundo cria um pouco de constrangimento”, afirmou. 

Nota da FPA

Membros da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) estiveram reunidos, hoje, com o Presidente da República eleito Jair Bolsonaro.

A bancada, após consenso entre parlamentares e entidades representativas da Agropecuária, sugeriu o nome da deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS), presidente de FPA, para o Ministério da Agricultura.

Jair Bolsonaro aceitou a indicação e confirmou o nome da deputada Tereza Cristina para assumir a pasta.

Aprosoja Brasil saúda Tereza Cristina por confirmação no Ministério da Agricultura

A Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil) saúda a deputada federal Tereza Cristina (DEM/MS), presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), por ter sido escolhida para assumir Ministério da Agricultura a partir de 1º de janeiro de 2019.
O anúncio foi feito pelo presidente eleito Jair Bolsonaro através das redes sociais no final da tarde desta quarta-feira (7/11) após reunião com os integrantes da FPA, em Brasília.
“Tenho certeza de que ela fará um excelente trabalho”, afirmou o presidente da Aprosoja Brasil após o anúncio. De acordo com Bartolomeu Braz Pereira, Tereza Cristina é uma produtora rural competente e grande representante do setor do agronegócio. 
“Ela representou muito bem o nosso setor como presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária. Confio muito nela e tenho certeza de que fará um excelente trabalho no Ministério da Agricultura. Ela também poderá contar com a Aprosoja Brasil para que as políticas sejam definidas junto com o apoio do setor produtivo e as bases”, salientou.
Aprosoja Brasil

Aprosmat apoia a escolha da deputada federal Tereza Cristina para o MAPA

A Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso (Aprosmat), na pessoa do presidente Gutemberg Carvalho Silveira, manifesta total apoio à escolha da deputada federal e presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Tereza Cristina da Costa Dias (DEM/MS), para ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

“Quero parabenizar a deputada Tereza Cristina por ser a escolhida entre tantos nomes. Isso mostra sua qualidade e liderança em nosso setor. Com certeza teremos um bom trabalho em prol do Agro”, ressalta Silveira.

Gutemberg Carvalho Silveira

Presidente da Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso (Aprosmat)

Mensagem do Prof. Marcos Fava Neves (USP/Ribeirão Preto), que chegou a ser cotado como possivel ministro

Obrigado a todos que de alguma forma torceram por mim para algo que... "eu nem havia feito inscrição".

Foi uma honra ser o candidato de Cooperativas, Associações, lideranças, produtores de soja, cana, laranja, boi, entre outros tantos ídolos que tenho, ao cargo de Ministro da Agricultura.

As mensagens de apoio foram guardadas para sempre na minha carreira de educador e pensador do agro.

Também estou feliz por ter ajudado a escrever o plano de Bolsonaro para nosso setor.

A escolha da Deputada Tereza Cristina (MS) para Ministra foi sensacional e muito, muito mais adequada.

Engenheira agrônoma, grande experiência na gestão pública, pessoa bem intencionada e defensora do agro, com amplo apoio da base.

Estarei como um pit-bull técnico para ajudá-la, de forma voluntária, no que o agro precisar, como venho fazendo nas duas últimas décadas.

Um novo Brasil começou com um brilhante Ministério e uma brilhante Ministra. Valeu amigos!

Prof. Dr. Marcos Fava Neves.

Fonte: O Antagonista + Estadão

2 comentários

  • FERNANDO LUCAS CAMPOS BOTELHO LUCAS DO RIO VERDE - MT

    O que acontece hoje com o Brasil, é a Falta de Comunicação, Falta de Conhecimento, onde "Artistas Globais" vem na Televisão dizendo que baboseiras sobre os Agrotóxicos, sendo que não estudaram sobre o assunto, sem conhecimento de causa, pois hoje... o Brasil é de longe o pais que ainda usa menos Agrotóxicos, Países de Primeiro Mundo (Europa e Ásia) usa bem mais Pesticidas que o Brasil, e sua média de idade de vida são mais altas, em média o Brasil leva até 8 Anos para aprovar a Liberação de um Defensivo devido as Burocracia e embaraço de um Governo que demora muito para liberar para combater as pragas na Agricultura, perdendo de longe para países com a Argentina e EUA que levam em média 2 anos para liberar o uso de "tal" pesticidas, estudo comprovam sim que é Possível produzir mais através do uso de pesticida, alimentos saudáveis e grandes produções, com um Novo Governo que conhece nossos problemas e enxerga nossas oportunidades, vamos ter menos burocracia com a PL.... Por um Brasil Melhor... Menos sociologia, Mais Tecnologia... Menos Teoria, Mais economia... Menos Textão, Mais Produção!

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    • VIRGILIO ANDRADE MOREIRAGUAIRA - PR

      Sim,,, o nome correto seria Pesticida !!

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  • Renata Gouveia Delduque São Paulo - SP

    Presidiu a comissão que aprovou o projeto de lei que facilita a liberação dos agrotóxicos. Andei lendo que a biotecnologia resulta aumento de produtividade sem precisar envenenar a plantação e sem precisar aumentar área cultivável, se isso for verdadeiro, melhor seria seguir esse caminho de futuro da biotecnologia que facilitar a liberação dos agrotóxicos. Seria melhor inclusive e principalmente para os nossos filhos.

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    • CARLO MELONISAO PAULO - SP

      Renata o termo biotecnologia e' muito amplo-----A parte que estuda defensivos biológicos que poderão substituir os produtos químicos com vantagem econômica e de saúde ainda estão no começo -----Vai levar tempo para essa modificação----Então para o momento a solução e' aquela da Tereza Cristina--

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    • RODRIGO POLO PIRESBALNEÁRIO CAMBORIÚ - SC

      Sra Renata Delduque, pelo modo que escreve dá prá ver que tem estudo e talvez seja até uma professora, o que seria muito bom aqui nesse espaço. Acho importante comentar aqui algumas coisas para que voce se situe e entenda o que acontece nesse ambiente que muitas vezes desperta muito interesse. Percebo que, como muita gente que mora na cidade, tens uma grande preocupação com o chamado "meio ambiente". Pois bem, nós temos aqui conosco grandes inteligencias, grandes pesquisadores que são também palestrantes e escritores, um deles é o professor Molion, vai encontrar vários videos dele no site. O professor Molion afirma que o aquecimento global causado pelo homem é uma farsa, e nós pensamos como ele, só que ele tem meios muitos superiores aos nossos para demonstrar isso, ele é uma enciclopédia ambulante do clima brasileiro e global, e está a par de todos os estudos que se realizaram e realizam nessa área. Curto e grosso, o aquecimento global é uma mentira inventada por cientistas e defendida por ativistas para roubar nosso dinheiro e só. O professor Molion é capaz de provar que o aquecimento global é uma farsa sem uma notinha na mão. Sobre a água em Correntina, aquilo foi uma ação coordenada por um professor daquela cidade ligado ao PT, não havia falta de água para a "população ribeirinha", termo utilizado para causar um certo romantismo heróico aos miseráveis que moram na beira dos rios. Quem quiser que vá morar na beira de um rio por uns dias prá ver o que é bom prá tosse. Peles delgadas não aguentam um minuto de exposição aos mosquitos e percevejos diversos que ali se encontram, alguns desses insetos deixam marcas na pele que nunca mais saem. É certo que todos eles amam a natureza, como todos nós da agropecuária, e também sabemos como ela pode ser cruel. Sei que deve causar rancor e ressentimento numa população pobre ver fazendeiros construir projetos maravilhosos, o que significa para eles opressão e violencia, sentimento explorados por ativistas politicos socialistas que não querem ver todas aquela gente prosperar, pelo contrário, desejam sua ruina. A riqueza alheia pode ofender os olhos da pobreza com as idéias certas, manipulando e direcionando o pensamento. Por último, Tereza Cristina deve ter sido nomeada por ser mulher, Bolsonaro quer escapar do rótulo de machista, porém é mais provável que tenha sido um acordo com a "bancada ruralista", sim temos a bancada mais forte da camara, o Brasil tem sua vocação agricola, não somos uma potencia por que temos terras e sim por que temos pessoas que amam e se dedicam com afinco a isso, é mais que um simples meio de vida, é a própria base da vida, e é assim que vemos nossa agropecuária, ela é a base sobre a qual deviamos construir nossa Nação. Os agropecuaristas não são culpados por não utilizar as tecnologias modernas que poluem menos e que aumentam a produtividade, e pode acreditar, essa base ruralista joga na maioria das vezes contra o produtor rural, as alternativas diante do poder monstruoso do estado são pequenas. Por isso comemoramos cada nova desregulamentação. Ninguém deseja poluir mais, nós queremos poluir menos, só que a alternativa ao não uso dos defensivos agricolas, assim é que devem ser chamados, é a diminuição da produção de alimentos. Além disso os defensivos possuem caracteristicas quimicas, biológicas, cada um com suas propriedades, o DDT por exemplo causou a morte de inúmeros produtores pelo seu alto grau de toxicidade e também salvou milhões da malária. Hoje existem produtos que aplicados sobre as plantas não circulam no grão, ou seja, não apresentam perigo nenhum à saúde humana, e apesar das comemorações fantásticas sobre os avanços espetaculares da educação e pesquisa no Brasil, somos dependentes da indústria quimica estrangeira, diria totalmente dependentes. Eles fazem lá os testes antes de liberar qualquer produto, no Brasil é apenas fachada para acoitar funcionários públicos que nãos servem prá nada além de fazer pronunciamentos vazios. Sobre a genética, o governo também possui seus ativistas de plantão, refratários a qualquer mudança, a soja resistente ao glifosato, que diminuiu muito a quantidade de defensivos, alguns extremamente tóxicos, foi proibida no Brasil, o governo mandou até a policia federal prender produtores gaúchos que "importaram" a soja apelidada de maradona e que salvou a sojicultura daquele estado. Obras dos produtores rurais gauchos botar a policia federal para correr. Roberto Requião, esse grande prócere do socialismo tupiniquim proibiu a exportação de soja transgenica pelo porto de Paranaguá, mas não via problema algum em dar o controle desse porto ao irmão. Por isso os produtores defendem a parceria com EUA e Israel, os maiores produtores de inovações tecnológicas do mundo, os EUA desenvolveram uma nova transgenia em que gens da soja são "enxertados" em outras cultivares de soja, Israel dispensa comentários, pois em um charco construiram uma Nação rica e próspera. Finalizando, pois isso já está ficando extenso. A chamada "bancada ruralista" segue as agendas da ONU, da FAO, fica calada diante dos abusos da Pastoral da Terra, dos abusos da CNBB, das ONGs ambientalistas que possuem interesses contrários aos dos brasileiros, servindo também como bucha de canhão aos grupos politicos de esquerda que combatem os interesses de grupos organizados como se fossem os interesses do produtores rurais. Não são.

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    • GERALDO GENTILEIBAITI - PR

      Cara Renata, bom dia. "Agrotóxicos" é um nome pejorativo criado por uma parte dos chamados "ambientalistas de escritório" para denegrir o uso de produtos agrícolas. O nome correto é "defensivo agrícola".

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    • GERALDO GENTILEIBAITI - PR

      O projeto não visa "facilitar a liberação dos agrotóxicos" no sentido de não cuidar de efetuar todas as etapas necessárias à segurança de aplicação dos produtos. Visa, antes, concentrar os estudos para estudo e liberação dos defensivos evitando a inútil burocracia que leva 10 (DEZ) anos para autorizar a aplicação de uma molécula ... na Alemanha, Estados Unidos, Inglaterra e França por exemplo leva 03(TRÊS) anos.

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    • DALZIR VITORIAUBERLÂNDIA - MG

      Cara Renata...sobre agrotóxicos suas colocações são tendenciosas...veja bem...como você mata barata na sua casa??? Pernilongo??? Pois é... Se jogares veneno de barata ou pernilongo na sua agua de beber..o que acontece.. Bem tem outro jeito e deixar sem controle e ai o que acontece.. Ou seja o veneno de barata e pernilongo é igual ao da lagarta...da vaquinha..do burrinho...(insetos)...ou seja se usado corretamente não causa problemas...simples...outro exemplo...fácil criticar o produtor mas olhe o tiete antes e depois de SP...e ai Renata..

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    • PAULO ROBERTO RENSIBANDEIRANTES - PR

      Srª. Renata, sou um velho matuto e, vivo puxando os fios de minha pestana nas minhas reflexões. Nós devemos ver que: os costumes que moldam a cultura. ...... Diante dessa realidade, pensemos: Qual é o costume para o controle de pragas? ... ... R.: A aplicação de defensivos químicos... ... Aí, dá para entender a força que existe em mudar o costume, pois a cultura, não de plantas, mas do pensamento, já está plantada na sociedade. ... ...

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    • PAULO ROBERTO RENSIBANDEIRANTES - PR

      Ah! ... Mais uma dica: Esse termo agrotóxico é mais uma palavra criada pelos humanos que vivem nas cidades, andando em carros poluidores, morando em prédios que jogam seus esgotos no Rio Tiete, sem tratamento e, "lutam" para impedir a derrubada de uma árvore na Selva Amazônica. ... ... ... Só para fazer uma comparação: Os prédios de apartamentos de luxo em São Paulo, usam como marketing a "vista" de um parque com árvores e lago, ou qualquer outra imagem de natureza, mas nenhuma construtora pensa em REconstruir áreas para servir de imagem para os moradores de seus prédios. ... Eles querem usar a imagem dos outros, ou seja, eles arrebentam a natureza construindo seus prédios.... .... Você conhece algum dono de construtora que mora em prédio que ele construiu?

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