Dólar cai e bolsa sobe em versão mais aliviada por menos ruídos nos rumos da Previdência

Publicado em 19/02/2019 10:52
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O dólar abriu o dia (19) tirando um pouco da pressão de alta com sinais de que a demissão de Gustavo Bebianno do ministério pode não resultar em mais barulho político, num primeiro momento, e com a expectativa de que não haverá concessões a funcionários públicos nas mudanças da Privedência que o presidente Jair Bolsonaro apresentará amanhã.

Enquanto a bolsa se ajusta no positivo também puxada pela cena política, em dia de maior liquidez com a volta de Nova York, que na véspera não operou pelo feriado nos Estados Unidos, e sem o vencimento de opções de ontem que também tirou força dos índices.

A divisa americana transita menor em torno dos 0,27%, a R$ 3,72, contra a alta da segunda em 0,86%. Também por volta da 10h45, o Ibovespa persegue o 1% e o Ibovespa Futuro, que abriu em recuo, virou para quase 0,90%.

O tom mais otimista das relações sino-americanas, apesar do pouco avanço das negociações, deu lugar a preocupações para a abertura de novas reuniões nesta terça. Há apelos para Donald Trump assegure mecanismos de proteção em caso de não cumprimento dos acordos por parte de Pequim.

Na Europa, as atenções se voltam para nova rodada de preocupações com o protecionismo americano, com Washington ameaçando medidas contra as exportações aos Estados Unidos. Por enquanto sobre automóveis, mas o que abre janela para outros setores, ampliando o leque de disputas comerciais que acabariam tirando mais fôlego da economia.

Enquanto as bolsas não abrem em Nova York e o índice dólar está estável, o barril do brent em Londres, depois da fortes altas dos últimos dias, segue as questões envolvendo Estados Unidos, China e União Europeia e está em queda moderada, mas ainda acima dos US$ 66.

Mas o ambiente de negócios no mercado brasileiro deverá ficar mesmo só focado no noticiário local.

 

Por Giovanni Lorenzon
Fonte Notícias Agrícolas

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