Após ataque ao STJ, segurança virtual é reforçada no TSE às vésperas da eleição

BRASÍLIA (Reuters) - Às vésperas das eleições municipais, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu intensificar todos os procedimentos de segurança nos sistemas internos e externos da corte, informou o órgão nesta quinta-feira, após o ataque à rede de informática contra o Superior Tribunal de Justiça (STJ), bem como da tentativa de ataques a outros órgãos.
"É importante ressaltar que, tradicionalmente, neste período os sistemas já passariam por reforço na segurança, com medidas preventivas e plantão de monitoramento. No entanto, em razão do cenário excepcional, houve um reforço na segurança virtual e novas providências foram adotadas", disse o comunicado.
O TSE não foi alvo de qualquer ataque até o momento, esclareceu a assessoria do órgão. O primeiro turno das eleições municipais está marcado para 15 de novembro e o segundo turno, dia 29 --as datas foram postergadas este ano em razão da pandemia do novo coronavírus após a aprovação de uma emenda constitucional.
O tribunal destacou ainda na nota que a urna eletrônica brasileira foi projetada para funcionar sem estar conectada a qualquer dispositivo de rede.
"Ou seja, a urna é um equipamento isolado, o que preserva um dos requisitos básicos de segurança do sistema. Além disso, a totalização dos votos após o envio das informações pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) funciona por meio de rede privativa criptografada", informou.
(Reportagem de Ricardo Brito)
0 comentário
Dólar zera perdas da manhã e fecha sessão estável no Brasil
Taxas curtas sobem e curva já precifica chance minoritária de alta da Selic em agosto
Governo deve se reunir em 15 dias para aumentar mistura de etanol na gasolina, diz Silveira
Ações fecham em baixa enquanto investidores avaliam riscos no Oriente Médio
Secretário de Energia dos EUA diz que tráfego por Ormuz está aumentando “de forma bastante significativa”
Durigan diz que “pautas-bomba” em discussão no Congresso podem tornar Brasil ingovernável