Após ataque ao STJ, segurança virtual é reforçada no TSE às vésperas da eleição

BRASÍLIA (Reuters) - Às vésperas das eleições municipais, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu intensificar todos os procedimentos de segurança nos sistemas internos e externos da corte, informou o órgão nesta quinta-feira, após o ataque à rede de informática contra o Superior Tribunal de Justiça (STJ), bem como da tentativa de ataques a outros órgãos.
"É importante ressaltar que, tradicionalmente, neste período os sistemas já passariam por reforço na segurança, com medidas preventivas e plantão de monitoramento. No entanto, em razão do cenário excepcional, houve um reforço na segurança virtual e novas providências foram adotadas", disse o comunicado.
O TSE não foi alvo de qualquer ataque até o momento, esclareceu a assessoria do órgão. O primeiro turno das eleições municipais está marcado para 15 de novembro e o segundo turno, dia 29 --as datas foram postergadas este ano em razão da pandemia do novo coronavírus após a aprovação de uma emenda constitucional.
O tribunal destacou ainda na nota que a urna eletrônica brasileira foi projetada para funcionar sem estar conectada a qualquer dispositivo de rede.
"Ou seja, a urna é um equipamento isolado, o que preserva um dos requisitos básicos de segurança do sistema. Além disso, a totalização dos votos após o envio das informações pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) funciona por meio de rede privativa criptografada", informou.
(Reportagem de Ricardo Brito)
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