Bolsonaro leva pessoalmente à Câmara projeto de desestatização dos Correios

BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro entregou pessoalmente ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), o projeto de lei de autoria do governo que define o novo marco do setor postal, proposta esta que permite a desestatização dos Correios e a atuação da iniciativa privada na área.
Bolsonaro apresentou a proposta a Lira acompanhado de vários ministros, como os titulares da Economia, Paulo Guedes, e das Comunicações, Fabio Faria.
Segundo nota do Ministério das Comunicações, o texto define obrigatoriedade de se cumprir metas de universalização e qualidade dos serviços. O texto prevê que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) será a Agência Reguladora dos serviços postais.
"Em paralelo à tramitação do projeto de lei no Congresso, serão realizados os debates e estudos para a definição do melhor modelo de desestatização, que pode ser, por exemplo, a venda direta, a venda do controle majoritário ou de apenas parte da empresa", disse.
"O processo inclui a análise pelo Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) e a participação da sociedade e do mercado por meio de audiências públicas. Por fim, o edital será remetido ao Tribunal de Contas da União (TCU) e liberado para a realização do leilão tão logo seja aprovado pela corte", emendou.
Bolsonaro tem destacado a parceria com os presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), a quem entregou na véspera medida provisória relacionada à privatização da Eletrobras. O Palácio do Planalto atuou pela eleição de ambos para o comando das Casas Legislativas.
(Reportagem de Ricardo Brito)
0 comentário
Wall Street sobe com por acordo entre EUA e Irã
Durigan defende discussão sobre possíveis ajustes no cálculo da inflação
Trump afirma que navios com petróleo estão saindo do Estreito de Ormuz
Varredura do Estreito de Ormuz em busca de minas pode levar semanas
Dólar cai ante real após EUA e Irã chegarem a acordo
Jovem Pan: Trump se reúne com aliados do G7 após anúncio de acordo com o Irã