Fragilidade fiscal atrasa volta de apetite por risco a países como Brasil, diz Campos Neto

SÃO PAULO (Reuters) - O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, reiterou nesta quinta-feira avaliação da fragilidade fiscal do Brasil e citou o atraso que isso causa na volta do apetite por risco a países nessa situação, alertando que o Brasil precisa mostrar melhora na dinâmica de dívida.
Campos Neto disse que a dívida local já vinha de trajetória ruim, mas piorou durante a pandemia.
O presidente do BC afirmou ainda que o Brasil está, junto com a África do Sul, no topo dos países mais endividados do mundo emergente e que, com isso, ambos possuem as curvas de juros mais inclinadas.
(Por José de Castro)
0 comentário
Taxas dos DIs caem em dia de recuo dos rendimentos dos Treasuries e do petróleo
Grupo de 25 Estados dos EUA contesta as tarifas de Trump
Ações europeias iniciam agosto em alta com expectativas sobre EUA e Irã
Wall Street começa o mês em alta com expectativas de acordo no Oriente Médio
Indústria do Brasil tem em julho contração mais forte em 5 meses com retração da demanda, mostra PMI
Dólar oscila perto da estabilidade ante real com Oriente Médio no foco