Fragilidade fiscal atrasa volta de apetite por risco a países como Brasil, diz Campos Neto

SÃO PAULO (Reuters) - O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, reiterou nesta quinta-feira avaliação da fragilidade fiscal do Brasil e citou o atraso que isso causa na volta do apetite por risco a países nessa situação, alertando que o Brasil precisa mostrar melhora na dinâmica de dívida.
Campos Neto disse que a dívida local já vinha de trajetória ruim, mas piorou durante a pandemia.
O presidente do BC afirmou ainda que o Brasil está, junto com a África do Sul, no topo dos países mais endividados do mundo emergente e que, com isso, ambos possuem as curvas de juros mais inclinadas.
(Por José de Castro)
0 comentário
Preço do diesel no Brasil encerra semana no maior valor desde maio, diz ANP
Petrobras acompanha negociações entre empresas contratadas e trabalhadores em greve em Campos
Índices acionários dos EUA fecham sem direção comum, enquanto petróleo faz uma pausa
Dólar fecha sessão sem gatilhos perto da estabilidade
Ibovespa fecha em queda e acumula primeira perda semanal desde agosto
Lula critica Trump por classificar PCC e CV como terroristas: 'Terrorismo foi o 8/1'