S&P 500 e Dow Jones sobem com impulso de setor financeiro e Boeing
![]()
(Reuters) - Os índices Dow Jones e S&P 500 se recuperavam nesta quinta-feira, impulsionados por ações do setor financeiro e da Boeing, enquanto o crescente número de casos de Covid-19 pela nova variante Ômicron globalmente continuava a ditar volatilidade nos mercados.
Os papéis da Boeing Co saltavam 3,5%, depois que a autoridade de aviação da China emitiu uma diretriz de aeronavegabilidade para os jatos 737 MAX que ajudará a pavimentar o caminho para o retorno do modelo ao serviço no país asiático.
Kroger Co disparava 9,9%, liderando os ganhos no S&P 500. A varejista elevou suas previsões de vendas e lucro para o ano cheio, com estimativas impulsionadas pela demanda sustentada por mantimentos.
As ações de viagens e lazer se recuperavam, com os índices S&P 1500 Airlines e S&P 1500 para empresas do setor de hotéis, restaurantes e lazer em alta de 4,5% e 2,8%, respectivamente.
Todos os 11 principais setores do S&P avançavam no pregão, com oito deles com alta de mais de 1% cada. O setor financeiro estava na dianteira com aumento de 2,3%.
Às 12:55 (horário de Brasília), o índice Dow Jones subia 1,07%, a 34.387 pontos, enquanto o S&P 500 ganhava 0,53%, a 4.537 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuava 0,4%, a 15.192 pontos.
O índice de volatilidade da CBOE, também conhecido como uma medida do medo de Wall Street, estava em 29,87 pontos, queda de 4,02%, um dia depois de atingir seu nível mais alto desde fevereiro.
(Por Devik Jain e Anisha Sircar)
0 comentário
Bolsonaro teve novos episódios de soluços e passou por mais um procedimento, diz boletim
Índices S&P 500 e Nasdaq ficam estáveis em negociações fracas de fim de ano e Meta sobe com acordo
Ibovespa sobe no último pregão de ano e confirma melhor desempenho desde 2016, com ganho de 34%
Dólar à vista fecha o dia em queda firme e acumula recuo de mais de 11% no ano
Taxas dos DIs fecham estáveis com dados de emprego e ata do Fed no radar
Índia impõe tarifa de três anos sobre alguns produtos de aço para conter importações baratas