Ações atingem máxima de um mês com redução de temores por Ômicron
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Por Anisha Sircar e Shashank Nayar
(Reuters) - O mercado acionário europeu atingiu máxima de um mês nesta quinta-feira, liderado pelos ganhos em ações bancárias uma vez que os sinais de que o impacto da variante Ômicron pode ser menos grave do que se temia levaram à melhora do apetite por risco.
O índice pan-europeu STOXX 600 fechou em alta de 0,97%, a 483,01 pontos, marcando a terceira sessão seguida de ganhos, impulsionado pelas ações de bancos e viagem e acompanhando rali global ajudado também por fortes dados econômicos dos Estados Unidos.
Dois fabricantes de vacinas disseram que seus imunizantes protegem contra a Ômicron e dados do Reino Unido sugerem que ela pode causar proporcionalmente menos hospitalizações do que a cepa Delta do coronavírus, embora especialistas em saúde pública alertem que a batalha contra a Covid-19 está longe do fim.
"A onda da Ômicron não vai prejudicar a recuperação econômica que está em andamento. Pode atrasá-la, mas 2022 terá um ambiente econômico atrativo e saudável", disse Philip Petursson, estrategista-chefe de investimento do IG Wealth Management.
Os rendimentos dos títulos dos governos europeus subiram pela quarta sessão seguida enquanto as taxas dos Treasuries avançaram para máximas em duas semanas, com o retorno do sentimento de risco ao mercado reduzindo a necessidade da segurança da dívida e ajudando a elevar as ações de bancos.
O STOXX 600 caminha para subir cerca de 21% este ano, contra ganho de 26% do S&P 500 e a apenas 1,5% de suas máximas recordes.
Em LONDRES, o índice Financial Times avançou 0,43%, a 7.373,34 pontos.
Em FRANKFURT, o índice DAX subiu 1,04%, a 15.756,31 pontos.
Em PARIS, o índice CAC-40 ganhou 0,77%, a 7.106,15 pontos.
Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve valorização de 0,70%, a 27.016,22 pontos.
Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou alta de 1,24%, a 8.563,70 pontos.
Em LISBOA, o índice PSI20 valorizou-se 0,98%, a 5.513,33 pontos.
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