Ações caem a mínima em 1 mês por temor de desaceleração econômica na China
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Por Sruthi Shankar e Anisha Sircar
(Reuters) - As ações de commodities despencaram 6% nesta segunda-feira, ditando quedas acentuadas nos índices de ações europeus, à medida que preocupações com uma desaceleração econômica na China e com rápidos aumentos das taxas de juros nos EUA ofuscaram o alívio dos resultados das eleições presidenciais francesas.
À medida que investidores buscaram a segurança dos títulos, o índice STOXX 600 caiu 1,8%, fechando em seu menor nível desde meados de março.
Setores expostos à China, como mineração, petróleo/gás e luxo, ficaram entre os maiores declínios, à medida que aumentaram temores de que Pequim esteja prestes a se juntar a Xangai em bloqueios relacionados à pandemia.
"A perspectiva de mais restrições na China pode levar a uma mistura venenosa de mais pressão inflacionária, à medida que as cadeias de suprimentos da chamada 'fábrica do mundo' são interrompidas, e (levar) a um crescimento econômico mais fraco", disse Russ Mould, diretor de investimentos da AJ Bell.
As mineradoras marcaram sua pior sessão em dois anos, com os preços dos metais industriais em queda devido a preocupações com a diminuição da demanda dos principais consumidores de metais, enquanto ações de petróleo e gás caíram 4,8%.
As ações francesas tiveram desempenho melhor que o índice STOXX 600 ao longo das últimas duas semanas, depois que pesquisas colocaram Macron na liderança da corrida presencial, embora sua plataforma econômica agora dependa das eleições parlamentares em junho.
Em LONDRES, o índice Financial Times recuou 1,88%, a 7.380,54 pontos.
Em FRANKFURT, o índice DAX caiu 1,54%, a 13.924,17 pontos.
Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 2,01%, a 6.449,38 pontos.
Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 1,53%, a 23.908,55 pontos.
Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou baixa de 0,90%, a 8.574,60 pontos.
Em LISBOA, o índice PSI20 desvalorizou-se 1,04%, a 5.940,19 pontos.
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