Novo vai ao STF para suspender efeitos de Emenda dos Benefícios nas eleições
![]()
Por Ricardo Brito
BRASÍLIA (Reuters) - O Partido Novo entrou no Supremo Tribunal Federal (STF) com uma ação para suspender os efeitos da emenda constitucional que ampliou e criou uma série de benefícios sociais --após a promulgação da chamada PEC dos Benefícios-- até pelo menos as eleições, incluindo o segundo turno da disputa.
Para a legenda, houve uma série de desvios jurídico-constitucionais no curso do processo legislativo que justifica plenamente o exercício da atuação do STF no caso.
O partido --um dos que votou em peso contra a emenda quando a PEC tramitou no Congresso-- argumentou que a proposta fere a liberdade do voto.
"Da mesma forma, diante de inconstitucionalidade que esta atrelada a liberdade do voto, pede-se, alternativa e sucessivamente, que se reconheça a inconstitucionalidade da incidência da norma, ao menos, antes do processo eleitoral e, portanto, suspenda o pagamento de qualquer vantagem até a data das eleições, incluindo o segundo turno", disse a ação.
"O grave risco imposto à legitimidade e normalidade do processo eleitoral, em si, justificaria a medida cautelar", reforçou a legenda.
Segundo fontes, a chamada PEC dos Benefícios é tida como uma das principais apostas do presidente Jair Bolsonaro (PL) e de aliados para melhorar as intenções de voto na disputa à reeleição na qual, segundo pesquisas de intenção de voto, ele aparece atrás do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
0 comentário
Preços ao produtor na China tem maior alta em quatro anos e pressionam fabricantes
Ações sobem com recuperação de papéis da tecnologia e Oriente Médio em destaque
Bolsa chinesa tem melhor pregão em três meses com recuperação do setor de chips
Trump vai retirar Síria da lista dos EUA de países patrocinadores de terrorismo
Ibovespa fecha em queda com Oriente Médio e juros dos EUA em foco
Forças dos EUA realizam novos ataques contra Irã