Venda de combustíveis no Brasil deve se manter aquecida no 2º semestre, diz StoneX
![]()
(Reuters) - A venda de combustíveis no Brasil deve se manter aquecida no segundo semestre, impulsionada principalmente pela desoneração tributária e pela redução dos preços no mercado internacional, afirmou a StoneX em análise nesta terça-feira.
Segundo a consultoria, a redução dos preços na gasolina proporcionada pela limitação do ICMS nos Estados a 17% ou 18% e pela isenção dos impostos federais tende a continuar impulsionando a demanda, além das duas reduções feitas em julho pela Petrobras nas refinarias.
Com o aumento da oferta no mercado, o consumo de etanol hidratado também deve ganhar mais espaço, segundo a StoneX. O biocombustível recuperou a competitividade frente a gasolina a partir de junho, depois de também ter tido impostos reduzidos pelo Congresso Nacional.
"Com a safra 2022/23 de cana-de-açúcar entrando nos meses de maior moagem, a oferta de etanol no mercado deve continuar aumentando, de modo a gerar um cenário baixista para o biocombustível", acrescentou a consultoria.
O relatório chama a atenção, porém, para a possibilidade de a perspectiva de aumento na demanda não se concretizar no caso de uma desaceleração da economia glogal e de dificuldades logísticas impostas pela guerra na Ucrânia.
(Por Rafaella Barros)
0 comentário
Ceron diz que parte dos Estados pediu até 2ª-feira para decidir sobre subvenção ao diesel importado
Ações caem nos EUA e Dow confirma território de correção, conforme tensões no Oriente Médio se arrastam
Dólar tem leve baixa em meio a fluxo para o Brasil e esperança de acordo entre EUA e Irã
Ibovespa fecha em baixa, mas acumula ganho semanal
Moraes limita compartilhamento de dados financeiros do Coaf
EUA finalizam cotas de mistura de biocombustíveis para 2026/27