Alta adicional na Selic teria reforçado vigilância, mas manutenção considerou cautela, diz BC
![]()
O Banco Central avaliou que uma elevação adicional da taxa Selic na semana passada teria reforçado postura de vigilância e refletiria a observação da atividade mais forte do que esperada, mas a decisão final de manter a taxa em 13,75% considerou cautela e necessidade de avaliar os impactos do aperto feito até agora nos juros, conforme ata do Comitê de Política Monetária publicada nesta terça-feira.
“Dois membros do comitê votaram por uma elevação residual de 0,25 ponto percentual na taxa básica de juros. Esses membros argumentaram que a alta adicional fortaleceria a mensagem de comprometimento do Comitê com sua estratégia, diante da elevação das expectativas de inflação e da projeção no cenário de referência para o ano de 2024, em ambiente de incerteza sobre o nível do hiato do produto e a dinâmica da atividade”, disse.
Segundo a ata, os membros divergentes (Fernanda Guardado e Renato Gomes) avaliaram que os riscos de alta da inflação podem ter impactos mais duradouros caso se materializem, e sugeriram cautela adicional na avaliação das projeções do cenário de referência para o ano de 2024.
Na semana passada, o Banco Central decidiu manter a Selic em 13,75% ao ano, interrompendo às vésperas da eleição presidencial seu agressivo ciclo de aperto monetário para controlar a inflação, mas ponderou que não hesitará em retomar as altas nos juros se a redução dos preços não transcorrer como o esperado.
0 comentário
EUA e Israel planejam bombardear alvos relacionados ao setor energético no Irã, segundo CBS
Dólar fecha estável em sessão com atraso na B3, mas acumula queda de 1,82% no mês
Ibovespa fecha em alta em dia de sessão encurtada por problema técnico
PP anuncia neutralidade na eleição presidencial e dificulta indicação de Tereza Cristina para vice de Flávio
Trump diz que campanha sobre TPI tem como objetivo defender Netanyahu, e não a si mesmo
Taxas dos DIs têm altas leves após abertura em atraso na B3