Disputa para presidente da Câmara dos EUA entra no quarto dia em meio à disfunção da era pré-Guerra Civil
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A tortuosa jornada do republicano Kevin McCarthy para se tornar presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos entrou no quarto dia nesta sexta-feira, com uma escala de disfunção do Congresso não vista desde antes da Guerra Civil dos Estados Unidos.
A Câmara deve se reunir novamente ao meio-dia (14h no horário de Brasília), enquanto os parlamentares negociavam a portas fechadas um possível acordo que os partidários de McCarthy esperavam que pudesse quebrar o impasse e finalmente permitir que ele triunfasse após 11 votações fracassadas desde terça-feira.
"Temos algum progresso acontecendo. Temos membros conversando. Acho que temos um pouco de movimento, então veremos", disse McCarthy a repórteres.
As 11 votações fracassadas desta semana marcaram o maior número de votações para o cargo de presidente da Câmara desde o final da década de 1850. Mas McCarthy rejeitou uma sugestão de que significaria que ele seria um líder fraco se tivesse sucesso. "Pelo visto, gosto de fazer história", brincou.
O republicano da Califórnia enfrenta uma divisão partidária entre a maioria dos republicanos da Câmara que o apóia e 20 conservadores linha-dura que continuam a se opor a ele, mesmo depois que McCarthy ofereceu limitar sua própria influência.
O martelo de presidente da Casa daria a McCarthy autoridade para bloquear a agenda legislativa do presidente Joe Biden, forçar votações para as prioridades republicanas em economia, energia e imigração e avançar em investigações de Biden e seu governo.
Mas os republicanos resistentes querem um acordo que facilite a destituição do presidente e lhes dê maior influência na bancada republicana da Câmara e nos comitês do Congresso.
(Reportagem de David Morgan, Gram Slattery Makini Brice, Moira Warburton e Richard Cowan)
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