Pressionado a endurecer arcabouço, Cajado sinaliza atraso na entrega de parecer previsto para 5ª
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BRASÍLIA (Reuters) - O relator do projeto do novo arcabouço fiscal, deputado Cláudio Cajado (PP-BA), sinalizou que poderá atrasar a entrega do parecer previsto para nesta quinta-feira, em meio à pressão para incluir no texto do novo marco normas mais duras de ajuste nas contas públicas.
Na saída da reunião que teve com o vice-presidente, Geraldo Alckmin, Cajado disse que vai esperar a chegada do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), -- prevista para ocorrer nesta tarde -- para acertar os últimos detalhes da proposta antes de divulgá-lo, reconhecendo ser "mais difícil" garantir a entrega do texto nesta quinta.
"Esse timing do momento em plenário cabe ao presidente Arthur lira e aos líderes partidários. Eu estou concluindo o relatório, ele ainda não está completamente finalizado, mas eu espero que com a chegada hoje do presidente Arthur lira possamos já ter essa data para disponibilizar o relatório", disse.
"Estamos nos encaminhando final. Ainda mantemos contatos com as bancadas. Estamos terminando os envios das considerações do governo para podermos concluir", frisou.
O deputado, que chegou a prever a apresentação do texto para esta quinta-feira, tem recebido pedidos para que inclua na medida gatilhos de ajuste de despesa se o governo não cumprir a meta fiscal, como congelamento de salários de servidores e vedação de concursos públicos.
(Reportagem de Ricardo Brito, Bernardo Caram e Lisadnra Paraguassu)
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