Wall Street atinge novas máximas com otimismo sobre comércio entre EUA e China
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Por Pranav Kashyap e Twesha Dikshit
(Reuters) - Os principais índices de Wall Street atingiram máximas recordes nesta segunda-feira, uma vez que as expectativas de um acordo comercial entre os Estados Unidos e a China alimentava a tomada de riscos no início de uma semana dominada por balanços de grandes empresas de tecnologia e por um provável corte nos juros pelo Federal Reserve.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping, vão se reunir na quinta-feira para decidir sobre a estrutura de um acordo para suspender as tarifas norte-americanas mais severas e os controles de exportação de terras raras da China.
O indicador de medo de Wall Street, o VIX, atingiu o nível mais baixo em um mês. A retomada da guerra comercial por Trump neste mês fez com que o índice de volatilidade atingisse seu nível mais alto desde o lançamento de suas tarifas do "Dia da Libertação", em abril.
O Dow Jones Industrial Average subia 0,51%, para 47.445,69 pontos, enquanto o S&P 500 ganhava 0,86%, a 6.850,38 pontos, e o Nasdaq Composite tinha alta de 1,40%, para 23.529,27 pontos.
As ações de empresas chinesas listadas nos EUA tinham ganhos. Alibaba Group, JD.com e PDD Holdings subiam mais de 2% cada. Baidu avançava 5%.
As mineradoras de terras raras caíam, com a MP Materials, a USA Rare Earth e as ações da Trilogy Metals listadas na NYSE em queda de 5,6%, 11% e 15%, respectivamente.
As ações de tecnologia tinham alta de 1,4%, com a Intel e a Super Micro Computer subindo mais de 4%.
Com o início da semana mais movimentada desta temporada de balanços, mais de 170 empresas irão apresentar seus balanços e todos os olhos estarão voltados para as Big Techs.
Os resultados de Microsoft, Apple, Alphabet, Amazon e Meta servirão como um teste decisivo para as elevadas avaliações de Wall Street, o poder de permanência da alta e a viabilidade de longo prazo das apostas em inteligência artificial.
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