Agricultura familiar será prioridade em Mato Grosso, afirma secretário José Domingos

Publicado em 06/04/2011 12:17 326 exibições

Com a incorporação do Programa MT Regional à Sedraf, a Secretaria ganhou mais uma ferramenta para garantir o fortalecimento da agricultura familiar, por meio das cadeias produtivas 

 

 À frente da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar (Sedraf) há uma semana, o secretário José Domingos Fraga, durante este período, tem participado de várias reuniões para conhecer a atual estrutura técnica da Sedraf que conta com três vinculadas: Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer), Instituto de Defesa Agropecuária (Indea) e o Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), além de três adjuntas: Agricultura Familiar; Agricultura, Pecuária e Abastecimento e adjunta de Desenvolvimento Regional (MT Regional).

 

Por ser engenheiro agrônomo e ex-extensionista rural da antiga Emater, o secretário sabe da importância de investir no fortalecimento da agricultura familiar, por meio da assistência técnica e extensão rural. Por isso uma das prioridades é a revitalização da Empaer com a construção de um novo prédio e a realização do concurso público. “Com estes investimentos será possível garantir qualidade de vida e renda ao pequeno produtor rural.

 

Com a incorporação do Programa MT Regional à Sedraf, a Secretaria ganhou mais uma ferramenta para garantir o fortalecimento da agricultura familiar, por meio das cadeias produtivas. “Vamos priorizar algumas cadeias em especial como a de piscicultura, ovino-caprinocultura, bovinocultura-leiteira, biodiesel e fruticultura para acompanhar mais de perto todas as etapas, desde implantação até a industrialização”, destaca o secretário.

 

“Vários trabalhos estão sendo realizados pela Pasta desde capacitação técnica, cursos, investimento no melhoramento genético para aumentar a produção e qualidade do leite no Estado. A instalação de agroindústrias em vários assentamentos de Mato Grosso, construção de tanques de pisciculturas, investimento de programas de irrigação, patrulhas mecanizadas para garantir o escoamento de estradas. O intuito é potencializar os recursos financeiros e o material humano.

 

De acordo com o secretário, dia 12 de abril será realizada uma reunião no Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), com entidades do Ministério de Desenvolvimento Agrário( MDA), Ministério da Pesca e Aqüicultura (MPA) a fim de levantar as demandas do Governos do Estado e Federal a fim de viabilizar os projetos em conjunto para a realização dos mesmos. "Desta forma as ações serão intensificadas, terá menos custo e maior eficácia devido sua integração”, garante o secretário.

 

Entre os demais parceiros que estão envolvidos nos projetos da Secretaria dando total apoio, são a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Universidade de Mato Grosso (Unemat), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetagri) e todas as Secretarias do Governo do Estado.
[11:57:42] Notícias Agrícolas - Externa: motivo de preocupação
 
Soja transgênica preocupa produtores de Mato Grosso

Principal produtor de soja do país, Mato Grosso pode plantar ampliar área de soja transgênica 

 
 

 

A estimativa segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), é que Mato Grosso, pode avançar no plantio de soja transgênica na safra 2011/2012, vindo a ocupar entre 75% e 80% da área estimada para cultivo da oleosa.
 

Nesta safra, o uso de transgênico chegou a 65% de um total de 6,41 milhões de hectares de área plantada, o que representou um custo de até 2% a mais para o produtor em algumas regiões do Estado.
 

Apesar dos avanços, muitos produtores se mostram preocupados, pois cada vez fica mais difícil obter semente convencional.
 

Nesta safra, o produtor que optou pelo plantio da soja convencional chegou a receber até R$100 a mais por hectare, ou seja, em algumas regiões o produtor teve um lucro de R$4,50 por saca do que os que optaram em semear transgênico.
 

Fonte:
Expresso MT

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