Conflito em MS retrai investimentos no agronegócio, diz Famasul

Publicado em 07/08/2013 12:01
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Pesquisadores, representantes de produtores rurais e índios falam dos impactos sociais e econômicos provocados por conta do conflito por terras em Mato Grosso do Sul na segunda parte do documentário produzido pelo G1, em parceria com a TV Morena. 

Para o presidente da Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), Eduardo Riedel, o clima retrai investimentos no agronegócio. “Temos exemplos concretos de empreendimentos grandes, no setor sucroenergético, papel e celulose, projetos de intensificação da produtividade; os próprios produtores que querem investir na melhoria de suas pastagens ou em uma atividade agrícola, que se retraem diante de um cenário de incerteza”.

A visão é compartilhada pelo advogado da comunidade terena, Luiz Henrique Eloy, no entanto, para ele, investimentos são afastados em áreas que estão ligadas com morte de índios. “A gente tem observado que essa insegurança por conta das demarcações das terras indígenas gera instabilidade na economia do estado”.

Leia a notícia na íntegra no site do G1 MS.

Índios protestam contra a demora nas propostas para o fim de conflitos

Indígenas de nove comunidades de Sidrolândia, a 70 km de Campo Grande, protestaram em uma passeata na tarde desta sexta-feira (6) contra a demora no anúncio das soluções do governo para acabar com os conflitos por terras em Mato Grosso do Sul. Uma comissão com representantes de diversos órgãos formada para propor formas de resolver o problema deve apresentar nesta quarta-feira (7) um relatório com o resultado dos trabalhos.

O cacique Argeu Reginaldo afirma que, caso as propostas não sejam apresentadas, os índios vão agir por conta própria. “Venceu ontem o prazo final, se não demarcar a nossa terra, nós temos ferramentos e vamos demarcar com as nossas próprias mãos”, afirmou.

Leia a notícia na íntegra no site do G1 MS.

 

Fonte: G1 MS

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