Soja ainda opera no vermelho em Chicago, mas tenta manter os US$ 10,30 no janeiro

Publicado em 24/11/2014 14:33 225 exibições

Nesta segunda-feira (24), os preços da seguem recuando na Bolsa de Chicago e, por volta das 14h30 (horário de Brasília), os vencimentos mais negociados perdiam pouco mais de 7 pontos, com o o contrato janeiro/15 valendo US$ 10,32 por bushel. No pior momento da sessão, porém, o contrato foi a US$ 10,26. 

Ainda hoje, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga um novo boletim semanal de acompanhamento de safras e, de acordo com analistas, o relatório deverá trazer a conclusão da colheita norte-americana e esse é um fator que pesa sobre as cotações nesse momento. 

De acordo com profissionais ouvidos pela agência internacional de notícias Bloomberg, essa queda registrada pela primeira vez em três sessões reflete a espera dos investidores por esse reporte do departamento norte-americano e também da observação do sobre o comportamento do clima na América do Sul. 

"Os preços da soja no mercado americano devem ficar um pouco mais pressionados neste momento em função dessa produção recorde nos Estados Unidos e dos relatos que começam a chegar das safras da América do Sul", disse um analista Adam Longson, da Morgan Stanley. 

Clima no Brasil - Para essa semana, as previsões climáticas indicam que as chuvas deverão estar concentradas nas regiões Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, favorecendo uma retomada dos trabalhos de campo. Em algumas áreas, os acumulados podem chegar a mais de 100 mm. 

Já no Sul do país o tempo deverá ficar um pouco mais seco, com chuvas limitadas, de baixos volumes e localizadas. Essas condições, segundo o relato de produtores rurais, têm dificultado o andamento dos trabalhos de campo, atrasando, portanto, o plantio da nova safra de grãos do Rio Grande do Sul, por exemplo, e comprometendo severamente o potencial produtivo das lavouras do Paraná. 

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Por:
Carla Mendes
Fonte:
Notícias Agrícolas

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