Soja paraguaia não deve alcançar os mesmos números de 2016/17 na safra atual, diz câmara do setor
O ano de 2017 para a Câmara Paraguaia de Exportadores e Comercializadores de Cereais e Oleaginosas (Capeco) foi dinâmico, já que se obteve uma safra recorde de soja de 10,6 milhões de toneladas, assim como rendimentos históricos com 3147kg por hectare da oleaginosa. Tudo isso ainda teve o incremento da entrada de US$4 bilhões na economia paraguaia.
Assim apontaram diretores e técnicos da Câmara para avaliar a gestão do ano, o rendimento da soja, do milho e do trigo, as travas existentes nestes mercados, assim como as projeções destes produtos para o próximo ano.
Para eles, é difícil alcançar esses mesmos números na safra 2017/18 de soja. Tudo irá depender das condições climáticas. O plantio feito no Paraguai em setembro e outubro caminha bem, de olho no comportamento do clima nos meses de janeiro e fevereiro. O ano que termina, contudo, não foi bom para o trigo e para o milho, sinalizaram. Entretanto, haverá produção suficiente para cobrir a demanda local de trigo, que é de 700.000 toneladas.
A Capeco também destacou a abertura de três novos mercados para a soja paraguaia: Angola, Líbano e Senegal.
Tradução: Izadora Pimenta
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