Soja opera estável em Chicago nesta 2ª frente à semana cheia de informações

A semana começa com estabilidade para os preços da soja na Bolsa de Chicago. Nesta segunda-feira (7), as cotações recuavam pouco mais de 1 ponto nos principais contratos, com o novembro/19 US$ 9,15 e o março/20 a US$ 9,39 por bushel.
Os próximos dias serão importantes para este mercado com focos entre as notícias de geopolítica - principalmente às ligadas à guerra comercial - e as questões de clima tanto para o Brasil, quanto para os Estados Unidos.
"Nos EUA, as temperaturas caíram bem e continua o risco de geadas enquanto no Brasil chuvas e períodos de seca, dependendo da região, os quais podem influenciar nesta fase inicial da temporada", explica o consultor da Cerealpar e da AgroCulte, Steve Cachia.
Mais do que isso, o mercado se atenta ainda às especulações sobre a divulgação do novo boletim mensal de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) nesta quinta-feira, 10 de outubro.
E é nesse dia também que começa a nova rodada de negociações entre China e Estados Unidos, pessoalmente, na capital americana.
"Qualquer pressão sazonal maior esta semana tende a ser limitada devido à especulação positiva em relação a estes 2 fatores e o vies é para uma reação nas cotações futuras, especialmente se tiver confirmações de compras novas de soja americana pela China", completa Cachia.
Veja como fechou o mercado na última semana:
>> Soja: Preços sobem nos portos e Brasil fecha semana de bons negócios
0 comentário
Preços da soja voltam a subir na Bolsa de Chicago nesta 5ª, com escalada das tensões no Oriente Médio
Safra 26/27 de soja já custa 5,7 sacas por hectare a mais do que a média de 7 anos, aponta a Agrinvest Commodities
Soja fecha estável em Chicago nesta 4ª feira, mas dólar favorece preços no Brasil
Soja opera de lado em Chicago nesta 4ª, apesar de bom avanço do plantio nos EUA
Soja cai mais de 10 pts em Chicago e derruba preços também no BR nesta 3ª, apesar do dólar
Soja tem leves baixas em Chicago nesta 3ª, mas muito atenta ao conflito no Oriente Médio