Soja intensifica perdas na Bolsa de Chicago, cede perto de 30 pts e perde os US$ 14 nesta 3ª feira
![]()
Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago seguem recuando nesta terça-feira (16), aprofundando suas baixas no início da tarde de hoje. Perto de 12h50 (horário de Brasília), as cotações cediam quase 30 pontos, com o novembro sendo cotado a US$ 13,82 e o março valendo US$ 13,91 por bushel, com o mercado ainda sentindo uma pressão agressiva da mistura entre fundamentos e cenário financeiro.
Os futuros da oleaginosa recuam mesmo diante da redução de 1% das lavouras em boas ou excelentes condições de soja nos EUA trazida ontem pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) em seu reporte semanal de acompanhamento de safras. Afinal, as condições de clima esperadas para os próximos dias no Corn Belt são mais favoráveis à conclusão da safra.
Os mapas para os próximos dias sinalizam chuvas melhores para as regiões oeste e norte do cinturão, além de temperaturas mais amenas, o que ajuda a manter certa pressão sobre as cotações.
Do mesmo modo, os traders ainda mantêm a China e sua economia dando sinais de preocupação ainda no radar. O inesperado corte de juros no início desta semana deixou o mercado muito avesso ao risco e atento ao comportamento de sua demanda.
Assim, as commodities todas seguem recuando nesta terça. As baixas são mais tímidas, porém, ainda generalizadas. O petróleo, que chegou a testar o lado positivo da tabela, voltou a recuar e perde mais de 2% no WTI, que volta a trabalhar abaixo de US$ 88,00 por barril.
0 comentário
Clima preocupante no Corn Belt, demanda da China nos EUA e geopolítica no foco da soja em Chicago, apesar de leves baixas desta 4ª feira
Soja: Brasil vende 4 milhões de t na semana com preços perto dos melhores momentos do ano
Agricultor do Tocantins é campeão da região Norte no Desafio Nacional de Máxima Produtividade da Soja do CESB
USDA confirma venda de 472 mil t de soja à China e movimento contribui para alta em Chicago
Soja opera em alta na Bolsa de Chicago e volta aos US$ 12 impulsionada por clima nos EUA e demanda chinesa
Soja inverte o sinal, fecha positiva e estabelece tendência de alta em Chicago com clima preocupando nos EUA